Velho Chico - Lizaldo Vieira - em-03/03/1994
Meu velho Chico
Chico bonito
Chico aflito
Chico sofrido
Chico erosão
Chico solução
Mesmo poluído
Rio ferido
Ê mundão d'agua bom
Quem dera um dia.
Chico vida
Chico alegria
Com tanta água
Diluída em nada
Matasse a sede desse sertão
Ê vidão
Pudesse num grito
Desses aflitos
Mudar esse rito de desilusão
Preferia São Francisco
Aos corruptos
E políticos
No comando da nação
Ê...mundão d'agua bom
Chico bonito
Chico sertão
Chico aflito
Chico soluçaõ
Ê mundão dágua bom.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Lizaldo na mesa de abertura da semana de meio ambiente 009
01/06/09, 14:43 - Meio Ambiente
Debates e reflexão marcam abertura da Semana do Meio Ambiente
A Semana do Meio Ambiente, que este ano traz como tema 'Meio Ambiente para Todos', foi iniciada nesta segunda-feira, 1, no Auditório da Companhia de Desenvolvimento Industrial e de Recursos (Codise). Na abertura do evento promovido pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), o secretário de Estado do Meio Ambiente, Márcio Macêdo, falou da necessidade de reflexão da humanidade sobre o aquecimento global, do dever do Estado nas questões relativas ao meio ambiente e do imprescindível envolvimento da sociedade na política ambiental. Ilustrando a potencialidade dos três entes - federal, estadual e municipal - juntamente com a participação efetiva da sociedade, o secretário chamou a atenção para o aquecimento global, estabelecendo-o como consequência da ausência da conscientização ambiental do homem com o meio ambiente. “Não adianta os governos fazerem leis sem a participação da sociedade. É um dever do Estado cuidar do meio ambiente, mas é também da sociedade. Não se faz meio ambiente sozinho sem o envolvimento das pessoas. Somos anjos de uma asa só”, disse. O secretário destacou ainda que em Sergipe a questão ambiental é administrada de forma prudente e preventiva, onde a Administração Estadual do Meio Ambiente, (Adema), desde a década de 70, data da sua criação, e especialmente na gestão de hoje, vem combatendo o crime ambiental de forma intensiva, ao tempo em que gera o desenvolvimento de forma sustentável. “Temos enfrentado o crime ambiental com a parceria do Pelotão Ambiental da Polícia Militar, assim como também do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Não podemos deixar de ressaltar que a sociedade tem se revelado fiscal do meio ambiente, quando denuncia por meio do disk-denúncia ou pelo Fale Conosco do Portal da Semarh”, aponta Márcio.Mais de 40 municípios estão em atividade durante toda a Semana. Simultaneamente uma vasta programação será cumprida por instituições do Estado, dos municípios e entidades privadas. São gincanas, caminhadas, palestras, plantio, entre outros. O objetivo das festividades ambientais é promover atividades que contribuam para a compreensão da diversidade e complexidade das questões ambientais em todo o Estado.AtividadesEm Aracaju, a programação se iniciou com a realização de uma mesa redonda, coordenada pelo superintendente de Recursos Hídricos da Semarh, Ailton Rocha. Três palestrantes convidados falaram sobre “Os 10 anos da Política Nacional de Educação Ambiental (Pnea): Reflexões e Desafios”.De acordo com o especialista em Políticas Públicas do departamento de Coordenação do Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama) do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Jorge Gabriel Moises Filho, que debateu sobre a organização e estruturação da política ambiental nos municípios, a sociedade tem um potencial elevado na contribuição dessas ações e desconhece em tese essa força. “Muitos ingressam na formação de um conselho ambiental, por exemplo, e negligenciam essa formação quando não comparecem a uma decisão importante para o meio ambiente da sua cidade”, comentou, enfatizando que se não há o controle da sociedade, se não há o contraponto, o meio ambiente perde com o que está por vir. Segundo ele, há interesses diversos no meio e a sociedade tem que se atentar para isso. Observamos que nos municípios há pouco uso desse instrumento chamado de ação popular, inserida nas questões ambientais relativas ao meio ambiente da sua cidade.A experiência da aplicabilidade da Educação Ambiental da Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso) foi trazida na discussão pela técnica da área de Gestão de Sistema sócio-ambiental, Ana Luiza. Em seu relato, ela expôs trabalhos realizados nos municípios, a exemplo da relação água e saúde, destacando a qualidade da água e a responsabilidade da sociedade sobre o lixo.ProgramaNesta terça-feira, 2, a comunidade escolar e a sociedade em geral participarão do “Dia no Parque”. Para esse evento a Semarh preparou uma série de atividades socioeducativas. Na ocasião, o projeto Mídia Jovem irá desenvolver uma Oficina de Educomunicação de Fanzine. O evento será realizado a partir da 9h no Parque da Cidade, zona norte da capital.A programação geral, que compreende os eventos da capital e dos municípios, poderá ser adquirida através do site da Semarh, no endereço eletrônico http://ww.semarh.se.gov.br . Presenças Participaram da solenidade da abertura da Semana do Meio Ambiente o diretor-presidente da Adema, Genival Nunes; o superintendente do Ibama, Manoel Resende; o secretário municipal de Nossa Senhora do Socorro, Manoel Messias; o especialista do Departamento de Coordenação do Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama), Jorge Gabriel Messias Filho; o superintendente de Educação Ambiental da Semarh, Lício Valério Lima; a técnica Ambiental da Deso, Ana Luiza; o presidente da Ong Mopec, Lizaldo Vieira; entre outros.
Debates e reflexão marcam abertura da Semana do Meio Ambiente
A Semana do Meio Ambiente, que este ano traz como tema 'Meio Ambiente para Todos', foi iniciada nesta segunda-feira, 1, no Auditório da Companhia de Desenvolvimento Industrial e de Recursos (Codise). Na abertura do evento promovido pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), o secretário de Estado do Meio Ambiente, Márcio Macêdo, falou da necessidade de reflexão da humanidade sobre o aquecimento global, do dever do Estado nas questões relativas ao meio ambiente e do imprescindível envolvimento da sociedade na política ambiental. Ilustrando a potencialidade dos três entes - federal, estadual e municipal - juntamente com a participação efetiva da sociedade, o secretário chamou a atenção para o aquecimento global, estabelecendo-o como consequência da ausência da conscientização ambiental do homem com o meio ambiente. “Não adianta os governos fazerem leis sem a participação da sociedade. É um dever do Estado cuidar do meio ambiente, mas é também da sociedade. Não se faz meio ambiente sozinho sem o envolvimento das pessoas. Somos anjos de uma asa só”, disse. O secretário destacou ainda que em Sergipe a questão ambiental é administrada de forma prudente e preventiva, onde a Administração Estadual do Meio Ambiente, (Adema), desde a década de 70, data da sua criação, e especialmente na gestão de hoje, vem combatendo o crime ambiental de forma intensiva, ao tempo em que gera o desenvolvimento de forma sustentável. “Temos enfrentado o crime ambiental com a parceria do Pelotão Ambiental da Polícia Militar, assim como também do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Não podemos deixar de ressaltar que a sociedade tem se revelado fiscal do meio ambiente, quando denuncia por meio do disk-denúncia ou pelo Fale Conosco do Portal da Semarh”, aponta Márcio.Mais de 40 municípios estão em atividade durante toda a Semana. Simultaneamente uma vasta programação será cumprida por instituições do Estado, dos municípios e entidades privadas. São gincanas, caminhadas, palestras, plantio, entre outros. O objetivo das festividades ambientais é promover atividades que contribuam para a compreensão da diversidade e complexidade das questões ambientais em todo o Estado.AtividadesEm Aracaju, a programação se iniciou com a realização de uma mesa redonda, coordenada pelo superintendente de Recursos Hídricos da Semarh, Ailton Rocha. Três palestrantes convidados falaram sobre “Os 10 anos da Política Nacional de Educação Ambiental (Pnea): Reflexões e Desafios”.De acordo com o especialista em Políticas Públicas do departamento de Coordenação do Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama) do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Jorge Gabriel Moises Filho, que debateu sobre a organização e estruturação da política ambiental nos municípios, a sociedade tem um potencial elevado na contribuição dessas ações e desconhece em tese essa força. “Muitos ingressam na formação de um conselho ambiental, por exemplo, e negligenciam essa formação quando não comparecem a uma decisão importante para o meio ambiente da sua cidade”, comentou, enfatizando que se não há o controle da sociedade, se não há o contraponto, o meio ambiente perde com o que está por vir. Segundo ele, há interesses diversos no meio e a sociedade tem que se atentar para isso. Observamos que nos municípios há pouco uso desse instrumento chamado de ação popular, inserida nas questões ambientais relativas ao meio ambiente da sua cidade.A experiência da aplicabilidade da Educação Ambiental da Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso) foi trazida na discussão pela técnica da área de Gestão de Sistema sócio-ambiental, Ana Luiza. Em seu relato, ela expôs trabalhos realizados nos municípios, a exemplo da relação água e saúde, destacando a qualidade da água e a responsabilidade da sociedade sobre o lixo.ProgramaNesta terça-feira, 2, a comunidade escolar e a sociedade em geral participarão do “Dia no Parque”. Para esse evento a Semarh preparou uma série de atividades socioeducativas. Na ocasião, o projeto Mídia Jovem irá desenvolver uma Oficina de Educomunicação de Fanzine. O evento será realizado a partir da 9h no Parque da Cidade, zona norte da capital.A programação geral, que compreende os eventos da capital e dos municípios, poderá ser adquirida através do site da Semarh, no endereço eletrônico http://ww.semarh.se.gov.br . Presenças Participaram da solenidade da abertura da Semana do Meio Ambiente o diretor-presidente da Adema, Genival Nunes; o superintendente do Ibama, Manoel Resende; o secretário municipal de Nossa Senhora do Socorro, Manoel Messias; o especialista do Departamento de Coordenação do Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama), Jorge Gabriel Messias Filho; o superintendente de Educação Ambiental da Semarh, Lício Valério Lima; a técnica Ambiental da Deso, Ana Luiza; o presidente da Ong Mopec, Lizaldo Vieira; entre outros.
programação semana do meio ambiente semarh
Governo de Sergipe
SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS HÍDRICOS
PROGRAMAÇÃO DA SEMANA DO MEIO AMBIENTE
2009
Atividades da SEMARH
01/06/2009
09 h - Abertura Oficial da Semana de Meio Ambiente em Sergipe
09h30 - Mesa redonda – 10 anos da Política Nacional de Educação Ambiental - PNEA: reflexos e desafios
- Palestrantes:
Diretora do Programa Nacional Capacitação de Gestores Ambientais – MMA – A PNEA e capacitação
Departamento de Educação Ambiental da DESO: A PNEA e Saneamento Ambiental
Superintendência de Qualidade Ambiental, Desenvolvimento Sustentável e Educação Ambiental - SEMARH Lício Valério Lima Vieira – Política Nacional de Educação Ambiental e a Realidade Sergipana
11h30 - Mobilização para o Programa Nacional de Capacitação de Gestores em Sergipe – PNC Sergipe
09h às 12h - Exposição das atividades da SEMARH
Local: Auditório da CODISE - Aracaju
Coordenação: SEMARH
01 a 06/06/2009
- Palestras e visitas monitoradas na APA Sul com estudantes dos municípios de Estância, Santa Luzia do Itanhi, Itaporanga d’Àjuda e Indiaroba.
Local: Sede da APA SUL – Estância/SE
Coordenação: SEMARH/SBF
- Visitas monitoradas a APA Morro do Urubu com estudantes dos bairros Coqueiral, Porto Dantas e Industrial
Local: APA Morro do Urubu – Aracaju/SE
Coordenação: SEMARH/SBF
01 a 13/06/2009
- Oficinas de teatro com comunidades da Unidade de Conservação Estadual Refúgio de Vida Silvestre Mata do Junco
Local: Capela/SE
- Oficinas de teatro com comunidades do Monumento Natural Grota do Angico
Local: Poço Redondo e Canindé de São Francisco.
Objetivo: Socializar conhecimentos sobre as áreas protegidas, fortalecendo a relação de pertencimento entre a comunidade local e as UC’s.
Coordenação: SEMARH/SBF
01 a 05/06/2009
Mobilização para o Programa Nacional de Capacitação de Gestores Ambientais em Sergipe– PNC Sergipe
Locais: Aracaju (01/06), Tobias Barreto (02/06), Propriá (03/06), Itabaiana (09/06) e Canindé de São Francisco (05/06).
Coordenação: SEMARH/SQS
02/06/2009
- Dia ambiental no Parque da Cidade
Hora: 08h às 17h
Local: Parque da Cidade - Aracaju-SE
Coordenação: SEMARH
03/03/2009
- Caminhada Ecológica, Teatro Ambiental e Exibição de Curtas Ambientais
Hora: 08h às 12h
Local: Parque da Sementeira – Aracaju/Se
Coordenação: EMSURB e SEMARH
04/06/2009
- Apresentação do Monitoramento da Qualidade do Ar aos servidores públicos do Complexo da Codise.
-Atividades Educativas de Fiscalização em Aracaju
Local: D.I.A-Aracaju
Coordenação: ADEMA/SEMARH
05/06/2009
- Solenidade de Premiação da III Olimpíada Ambiental
Hora: 08h30
Local: Constâncio Vieira – Aracaju/SE
Coordenação: SEMARH
Atividades dO PRONESE/NTGA
02/06/2009
- Trabalhando de Educação Ambiental na Comunidade
Local: Povoado Mucambo e Povoado Ranchinho - Porto da Folha
Hora: 08h30
Coordenação: PRONESE/NTGA
04/06/2009
- Importância do reflorestamento e manutenção das áreas de reservas nos assentamentos
Local: Fazenda Ximduba - Itaporanga d’Ajuda
Hora: 08h30
Coordenação: PRONESE/NTGA
Atividades da DESO
02/06/2009
- Apresentação do projeto Socioambiental Integrado à implantação e Ampliação do Sistema de Abastecimento de Água em Povoados do Município de Itabaiana
Local: Município de Itabaiana
Hora: 08h30
Coordenação: DESO
04/06/2009
- Promoção de curso de Educação Ambiental no município de Nossa Senhora do Socorro
- Visitas técnicas orientadas às estações de tratamento de água e de esgotos
- Palestras interativas
Local: Estações de Tratamento de Água João Ednaldo e Oviêdo Teixeira, Estações de Tratamento de Esgoto do Marcos Freire e Orlando Dantas
Hora: 08h30
Coordenação: DESO
05/06/2009
- Apresentação do projeto de DESO e colaboradores: sustentabilidade ambiental
Local: Sede da DESO - Aracaju
Hora: 08h30
Coordenação: DESO
Atividades da ITPS/SEDETEC
02/06/2009 e 03/06/2009
- Mostra de objetos feitos a partir de material reciclável
Local: Parque da Cidade Governador José Rollemberg Leite/ Parque da Sementeira - Aracaju
Hora: 08h30
Coordenação: ITPS/SEDETEC
Atividades da DEFESA CIVIL
04/06/2009
- Palestra sobre “Defesa Civil nas Escolas”
Local: Colégio Estadual Vitória de Santa Maria
Hora: 08h30
Coordenação: DEFESA CIVIL
Atividades da CIAL – Companhia Alagoana de Refrigerantes
01 a 05/06/2009
- Atividades socioeducativas a partir da temática ambiental com colaboradores
Local: Aracaju/SE
Hora: 08h30
Coordenação: CIAL – Companhia Alagoana de Refrigerantes – Aracaju/SE
Atividades da Prefeitura Municipal de Aracaju
01/06/2009
- Exibição de Vídeo e Teatro Ambiental da SEMARH
Locais: EMEF Santa Rita de Cássia Bairro América e CEMARH – Aracaju
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Aracaju/SEMED
02/06/2009
- Exibição de vídeo e Teatro Ambiental da SEMARH
Locais: EMEF Jornalista Orlando Dantas e CEMARH – Aracaju
Hora:
Coordenação: Prefeitura Municipal de Aracaju/SEMED
03/06/2009
- Palestra, Peça ambiental e Exibição de Vídeos Ambientais
Locais: EMEF Mal Hnerique Teixeira Lott e CEMARH – Aracaju
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Aracaju/SEMED e SEMARH
04/06/2009
- Exibição de vídeo e Teatro Ambiental da SEMARH
Local: EMEF Profa. Maria Thétis Nunes
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Aracaju/SEMED e SEMARH
05/06/2009
- Peça ambiental e Exibição de Vídeos Ambientais
Locais: EMEF Carvalho Neto e Elias Montalvão
Hora:
Coordenação: Prefeitura Municipal de Aracaju/SEMED e SEMAR
Atividades do BANESE
01/06/2009 a 05/06/2009
- Exposição de artesanato de materiais reciclados
Instituições Participantes: CARE, Tudo Encaixa e Ecoar
- Oficina de material reciclado e Documentários sobre o Meio Ambiente e Ecologia
Local: Hall do CAB – Centro Administrativo BANESE - Estande armado anexo à cantina
02/06/2009
- Abertura da Semana do Meio Ambiente: Presidente do BANESE – Dr. Saumíneo da Silva Nascimento
- Palestra “O lixo nosso de cada dia: os resíduos e a coleta seletiva” - Prof. Dr. José Daltro Filho - UFS
- Exibição do filme “Ilha das Flores” (1989)
Local: Auditório e Hall do Centro Administrativo BANESE – CAB - Aracaju/SE
Atividades da Prefeitura Municipal de Capela
02/06/2009
- Abertura oficial da Semana do Meio Ambiente em Capela/SE
Apresentação da coreografia “O Mito Ambiente do Município de Capela”
Local: Ginásio de Esportes Manoel Cardoso Souza Filho - Capela
Hora: 8h
Coordenação: Prefeitura Municipal de Capela
05/06/2009
- Palestra: O Meio Ambiente do Município de Capela
Local: Câmara Municipal de Capela
Hora: 19h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Capela
10/06/2009
- 1º Fórum do Meio Ambiente de Capela
Local: Biblioteca Pública Manoel Messias Sukita Santos - Capela
Hora: 8h às 16h
Coordenação: Prefeitura Municipal de Capela
11/06/2009
- Caminhada Ecológica rumo a Mata do Junco - Marcação do Mastro
Local: Prefeitura Municipal de Capela
Hora: 7h
Coordenação: Prefeitura Municipal de Capela
Atividades da Prefeitura Municipal de Estância
29/05/2009
- Concurso História em Quadrinho nas Escolas: O Meio Ambiente e Minha Comunidade
Local: Estância
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Estância/Secretaria Municipal de Educação
01/06/2009
- Meu setor de trabalho na SEME e Alternativas Contra o Desperdício
Local: Estância
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Estância/Secretaria Municipal de Educação
02/06/2009
- O Dia do Meio Ambiente na Minha Escola
Local: Estância
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Estância/Secretaria Municipal de Educação
04/06/2009
- Conferência de Meio Ambiente e Sustentabilidade
- Homenagem a um gari e uma margarida
- Apresentação de trabalhos das escolas
- Mesa redonda: Produção Mais Limpa no Município de Estância.
Silvana Perez - AMBEV
Diorane Moraes -Trop Fruit
Heveraldo – SAAE
Nilton Barreto - Secretaria Municipal de Obras
Local: Estância
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Estância
05/06/2009
- Parada Ambiental: Plantio de mudas nas margens da BR-101
Local: BR 101
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Estância
Atividades da Prefeitura Municipal da Barra dos Coqueiros
01/06/2009 a 05/06/2009
- Oficinas de biojóias, papel machê, uso do paneiro, celulose
- Palestras sobre Meio Ambiente e Exibição de Curtas Ambientais
Local: Escolas Municipais e Estaduais, Comunidade local - Barra dos Coqueiros
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal da Barra dos Coqueiros
Atividades da Prefeitura Municipal de Areia Branca
01/06/2009
- Palestra: A questão ambiental
Local: Areia Branca
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Areia Branca
02/06/2009
- Atividades na RPPN – Fonte da Bica
- Plantio de mudas do Pau-brasil nas escolas
Local: Areia Branca
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Areia Branca
03/06/2009
- Visita ao Parque Ecológico Serra de Itabaiana e ao Parque dos Falcões
Local: Itabaiana
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Areia Branca
Atividades da Diretoria Regional de Educação 9 - Nossa Senhora da Glória
01/06/2009
- Caminhada ecológica
Local: Nossa Senhora da Glória
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Nossa Senhora da Glória
Atividades da Prefeitura Municipal de General Maynard
03/06/2009
- Palestra com comunidade
Local: General Maynard
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de General Maynard
02/06/2009
- Dia ambiental
Local: Sítio Cocorote
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de General Maynard
03/06/2009
- Caminhada Ecológica pelas ruas da cidade
- Teatro ambiental e Curtas ambientais.
Local: Ruas da cidade de General Maynard
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de General Maynard
04/06/2009
- Recolhimento do lixo ambiental
Local: General Maynard
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de General Maynard
05/06/2009
- Exposição da Semana do Meio Ambiente
Local: Escola Ernesto Muniz Barreto
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de General Maynard
Atividades da Prefeitura Municipal de Umbaúba
01/06/2009
- Exibição de Curtas ambientais
Local: Escolas Estaduais e Municipais de Umbaúba
Hora: 08h30 e 14:30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Umbaúba/Secretarias de Educação e de Meio Ambiente
02/06/2009
- Realização de Eco-trilhas
Local: Localidades do Município
- Apresentação do projeto de arborização e jardinagem na área da escola por professores e alunos
Local: Colégio Estadual Dr. Antônio Garcia Filho, Colégio Estadual Benedito Barreto do Nascimento
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Umbaúba/ Secretarias de Educação e de Meio Ambiente
03/06/2009
- Alocação de placas em pontos de sensibilização para a questão do lixo
- Premiação das ruas mais limpas com o selo “Rua Limpa”
Local: Umbaúba
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Umbaúba/Secretarias de Educação e de Meio Ambiente
04/06/2009
- Apresentação de trabalhos realizados por alunos das escolas municipais do “Projeto Embriões do Saber”
- Ponto de troca ecológica de material reutilizável: livros, roupas, sapatos, bijouterias, plantas etc ;
- Apresentação de Teatro Ecológico.
Local: Sede Municipal
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Umbaúba/Secretarias de Educação e de Meio Ambiente
05/06/2009
- Participação de alunos das escolas municipais na Solenidade de Premiação da III Olimpíada Ambiental
- Realização da Pedalada ambiental com alunos de todas as escolas.
Local: Ruas da cidade de Umbaúba
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Umbaúba/Secretarias de Educação e de Meio Ambiente
Atividades da Prefeitura Municipal de Simão Dias
01 a 05/06/2009
- Coleta de baterias e pilhas em geral, lâmpadas fluorescentes
Local: Escolas das redes públicas e privadas, Agências Bancárias, Casas Lotéricas, Correios e Sede da Prefeitura - Simão Dias
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Simão Dias
02/06/2009
- Plantio simbólico de Árvores de Essências Nativas
- Palestras sobre a Questão Ambiental
Local: Margens da Barragem da Comunidade Espinheiro - Simão Dias
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Simão Dias
Atividades da Prefeitura Municipal de Pacatuba
03/06/2009
- Caminhada para o mutirão da Limpeza do Povoado Campinas até o rio Poxim
Local: Ponte do povoado Fazenda Nova
Hora: 14h
Coordenação: Prefeitura Municipal de Pacatuba
04/06/2009
- Palestra sobre o Pantanal Nordestino
Local: Escola Municipal Antônio Rosa
Hora: 15h
Coordenação: Prefeitura Municipal de Pacatuba
05/06/2009
- Palestra: Meio Ambiente Sustentável - Água: doce e salgada
Local: Escola Municipal Antônio Rosa
Hora: 10h30
Local: Pov. Boca da Barra – João Machado Rollemberg Mendonça
Hora:14h
Local: Escola Estadual Dr. Leandro Maciel
Hora: 16h
Coordenação: Prefeitura Municipal de Pacatuba
10/06/2009
- Mutirão da Limpeza
- Situação atual do Sistema Ambiental Sustentável de Pacatuba
Local: Pov. Boca da Barra até a Foz da Praia Costeira/Pacatuba
Hora: 10h
Coordenação: Prefeitura Municipal de Pacatuba
Atividades da OXOGUM LADÊ e FITOPLAM PATRULHA AMBIENTAL – NEA
01/06/2009
- Exposição das atividades da rede Ewé Lará
- Mesa redonda: a Importância da Educação Ambiental
- Oficina Temática com Alunos rede Educação São Cristóvão
- Exposição e problematização sobre extrativismo sustentável dos recursos da Mata Atlântica
Locais: Mercado de artesanato Albano Franco: Tendas temáticas, Lar Imaculada Conceição e Tenda do Fitoplam - São Cristóvão
Hora: 08h30
Coordenação: OXOGUM LADÊ e FITOPLAM PATRULHA AMBIENTAL – NEA
02/06/2009
- Dia ambiental: pontos temáticos da cidade de São Cristóvão
Local: Ruas da Cidade de São Cristóvão
Hora: 08h30
Coordenação: OXOGUM LADÊ e FITOPLAM PATRULHA AMBIENTAL – NEA
03/06/2009
- Teatro ambiental
Local: Tenda temática - SÃO CRISTOVÃO
Hora: 08h30
Coordenação: OXOGUM LADÊ e FITOPLAM PATRULHA AMBIENTAL – NEA
04/06/2009
- Atividades educativas de fiscalização e monitoramento ambiental
Local: Vários pontos da cidade - SÃO CRISTOVÃO
Hora: 08h30
Coordenação: OXOGUM LADÊ e FITOPLAM PATRULHA AMBIENTAL – NEA
05/06/2009
- Exposição Fotográfica – Patrimônio Ambiental de São Cristóvão para reconhecimento e aproximação espacial das comunidades participantes com o seu território;
- Tenda mitologia e simbolização – valorização do meio ambiente nas crenças e religiões - exibição de fotos e material sobre o significado da natureza para diversas religiões;
- Realização de um show ecológico com participação de vários artistas de Sergipe e de São Cristóvão - Cantores Tânia Maria e Du Silva Iacema de São Cristóvão
Local: Tendas temáticas – mercado de artesanato Albano Franco - SÃO CRISTOVÃO
Hora: 08h30
Coordenação: OXOGUM LADÊ e FITOPLAM PATRULHA AMBIENTAL – NEA
Atividades da PREFEITURA MUNICIPAL DE PROPRIÁ
01/06/2009
- Organização e ornamentação da exposição.
Locais: 12 Tênis Clube
Hora:
Coordenação: Secretaria Municipal de Cultura e Meio Ambiente.
02/06/2009
- Abertura da Exposição dos trabalhos desenvolvidos durante a 1ª Olimpíada Ambiental com apresentação da Cia de Teatro Oguata de Aracaju e Fanfarra da Filarmônica.
Locais: 12 Tênis Clube
Hora: 08:00 as 17:00 hs
Coordenação: Secretaria Municipal de Cultura e Meio Ambiente.
03/06/2009
- Exposição e apresentação dos trabalhos;
- Plantio de Árvores
- Quadrilha junina;
- Capoeira Irmãos Unidos.
Locais: 12 Tênis Clube
Hora: 08:00 as 17:00 hs
Coordenação: Secretaria Municipal de Cultura e Meio Ambiente.
04/06/2009
- Exposição e Julgamento dos trabalhos;
- Grupo Lampião Rei do Cangaço;
- Pastoril.
Locais: 12 Tênis Clube
Hora: 08:00 as 17:00 hs
Coordenação: Secretaria Municipal de Cultura e Meio Ambiente.
05/06/2009
- Resultado da Olimpíada, premiação e apresentações;
- Fanfarra da Filarmônica.
Locais: 12 Tênis Clube
Hora: 08:00 as 17:00 hs
Coordenação: Secretaria Municipal de Cultura e Meio Ambiente.
ATIVIDADES DO CORPO DE BOMBEIROS
04/06/2009
- Passeio à Praia de Atalaia
- Tema: “Preservação ambiental nas praias”
Local: Praia de Atalaia- Aracaju
Hora: 09:00
Coordenação: Corpo de Bombeiros e IBAMA
05/06/2009
- Passeio ao Parque Nacional Serra de Itabaiana
- Temas: “Preservação ambiental em áreas de florestas do nosso Estado” e “Prevenção contra incêndios florestais”
Local: Parque Nacional Serra de Itabaiana
Hora: 09:00
Coordenação: Corpo de Bombeiros e IBAMA
SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS HÍDRICOS
PROGRAMAÇÃO DA SEMANA DO MEIO AMBIENTE
2009
Atividades da SEMARH
01/06/2009
09 h - Abertura Oficial da Semana de Meio Ambiente em Sergipe
09h30 - Mesa redonda – 10 anos da Política Nacional de Educação Ambiental - PNEA: reflexos e desafios
- Palestrantes:
Diretora do Programa Nacional Capacitação de Gestores Ambientais – MMA – A PNEA e capacitação
Departamento de Educação Ambiental da DESO: A PNEA e Saneamento Ambiental
Superintendência de Qualidade Ambiental, Desenvolvimento Sustentável e Educação Ambiental - SEMARH Lício Valério Lima Vieira – Política Nacional de Educação Ambiental e a Realidade Sergipana
11h30 - Mobilização para o Programa Nacional de Capacitação de Gestores em Sergipe – PNC Sergipe
09h às 12h - Exposição das atividades da SEMARH
Local: Auditório da CODISE - Aracaju
Coordenação: SEMARH
01 a 06/06/2009
- Palestras e visitas monitoradas na APA Sul com estudantes dos municípios de Estância, Santa Luzia do Itanhi, Itaporanga d’Àjuda e Indiaroba.
Local: Sede da APA SUL – Estância/SE
Coordenação: SEMARH/SBF
- Visitas monitoradas a APA Morro do Urubu com estudantes dos bairros Coqueiral, Porto Dantas e Industrial
Local: APA Morro do Urubu – Aracaju/SE
Coordenação: SEMARH/SBF
01 a 13/06/2009
- Oficinas de teatro com comunidades da Unidade de Conservação Estadual Refúgio de Vida Silvestre Mata do Junco
Local: Capela/SE
- Oficinas de teatro com comunidades do Monumento Natural Grota do Angico
Local: Poço Redondo e Canindé de São Francisco.
Objetivo: Socializar conhecimentos sobre as áreas protegidas, fortalecendo a relação de pertencimento entre a comunidade local e as UC’s.
Coordenação: SEMARH/SBF
01 a 05/06/2009
Mobilização para o Programa Nacional de Capacitação de Gestores Ambientais em Sergipe– PNC Sergipe
Locais: Aracaju (01/06), Tobias Barreto (02/06), Propriá (03/06), Itabaiana (09/06) e Canindé de São Francisco (05/06).
Coordenação: SEMARH/SQS
02/06/2009
- Dia ambiental no Parque da Cidade
Hora: 08h às 17h
Local: Parque da Cidade - Aracaju-SE
Coordenação: SEMARH
03/03/2009
- Caminhada Ecológica, Teatro Ambiental e Exibição de Curtas Ambientais
Hora: 08h às 12h
Local: Parque da Sementeira – Aracaju/Se
Coordenação: EMSURB e SEMARH
04/06/2009
- Apresentação do Monitoramento da Qualidade do Ar aos servidores públicos do Complexo da Codise.
-Atividades Educativas de Fiscalização em Aracaju
Local: D.I.A-Aracaju
Coordenação: ADEMA/SEMARH
05/06/2009
- Solenidade de Premiação da III Olimpíada Ambiental
Hora: 08h30
Local: Constâncio Vieira – Aracaju/SE
Coordenação: SEMARH
Atividades dO PRONESE/NTGA
02/06/2009
- Trabalhando de Educação Ambiental na Comunidade
Local: Povoado Mucambo e Povoado Ranchinho - Porto da Folha
Hora: 08h30
Coordenação: PRONESE/NTGA
04/06/2009
- Importância do reflorestamento e manutenção das áreas de reservas nos assentamentos
Local: Fazenda Ximduba - Itaporanga d’Ajuda
Hora: 08h30
Coordenação: PRONESE/NTGA
Atividades da DESO
02/06/2009
- Apresentação do projeto Socioambiental Integrado à implantação e Ampliação do Sistema de Abastecimento de Água em Povoados do Município de Itabaiana
Local: Município de Itabaiana
Hora: 08h30
Coordenação: DESO
04/06/2009
- Promoção de curso de Educação Ambiental no município de Nossa Senhora do Socorro
- Visitas técnicas orientadas às estações de tratamento de água e de esgotos
- Palestras interativas
Local: Estações de Tratamento de Água João Ednaldo e Oviêdo Teixeira, Estações de Tratamento de Esgoto do Marcos Freire e Orlando Dantas
Hora: 08h30
Coordenação: DESO
05/06/2009
- Apresentação do projeto de DESO e colaboradores: sustentabilidade ambiental
Local: Sede da DESO - Aracaju
Hora: 08h30
Coordenação: DESO
Atividades da ITPS/SEDETEC
02/06/2009 e 03/06/2009
- Mostra de objetos feitos a partir de material reciclável
Local: Parque da Cidade Governador José Rollemberg Leite/ Parque da Sementeira - Aracaju
Hora: 08h30
Coordenação: ITPS/SEDETEC
Atividades da DEFESA CIVIL
04/06/2009
- Palestra sobre “Defesa Civil nas Escolas”
Local: Colégio Estadual Vitória de Santa Maria
Hora: 08h30
Coordenação: DEFESA CIVIL
Atividades da CIAL – Companhia Alagoana de Refrigerantes
01 a 05/06/2009
- Atividades socioeducativas a partir da temática ambiental com colaboradores
Local: Aracaju/SE
Hora: 08h30
Coordenação: CIAL – Companhia Alagoana de Refrigerantes – Aracaju/SE
Atividades da Prefeitura Municipal de Aracaju
01/06/2009
- Exibição de Vídeo e Teatro Ambiental da SEMARH
Locais: EMEF Santa Rita de Cássia Bairro América e CEMARH – Aracaju
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Aracaju/SEMED
02/06/2009
- Exibição de vídeo e Teatro Ambiental da SEMARH
Locais: EMEF Jornalista Orlando Dantas e CEMARH – Aracaju
Hora:
Coordenação: Prefeitura Municipal de Aracaju/SEMED
03/06/2009
- Palestra, Peça ambiental e Exibição de Vídeos Ambientais
Locais: EMEF Mal Hnerique Teixeira Lott e CEMARH – Aracaju
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Aracaju/SEMED e SEMARH
04/06/2009
- Exibição de vídeo e Teatro Ambiental da SEMARH
Local: EMEF Profa. Maria Thétis Nunes
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Aracaju/SEMED e SEMARH
05/06/2009
- Peça ambiental e Exibição de Vídeos Ambientais
Locais: EMEF Carvalho Neto e Elias Montalvão
Hora:
Coordenação: Prefeitura Municipal de Aracaju/SEMED e SEMAR
Atividades do BANESE
01/06/2009 a 05/06/2009
- Exposição de artesanato de materiais reciclados
Instituições Participantes: CARE, Tudo Encaixa e Ecoar
- Oficina de material reciclado e Documentários sobre o Meio Ambiente e Ecologia
Local: Hall do CAB – Centro Administrativo BANESE - Estande armado anexo à cantina
02/06/2009
- Abertura da Semana do Meio Ambiente: Presidente do BANESE – Dr. Saumíneo da Silva Nascimento
- Palestra “O lixo nosso de cada dia: os resíduos e a coleta seletiva” - Prof. Dr. José Daltro Filho - UFS
- Exibição do filme “Ilha das Flores” (1989)
Local: Auditório e Hall do Centro Administrativo BANESE – CAB - Aracaju/SE
Atividades da Prefeitura Municipal de Capela
02/06/2009
- Abertura oficial da Semana do Meio Ambiente em Capela/SE
Apresentação da coreografia “O Mito Ambiente do Município de Capela”
Local: Ginásio de Esportes Manoel Cardoso Souza Filho - Capela
Hora: 8h
Coordenação: Prefeitura Municipal de Capela
05/06/2009
- Palestra: O Meio Ambiente do Município de Capela
Local: Câmara Municipal de Capela
Hora: 19h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Capela
10/06/2009
- 1º Fórum do Meio Ambiente de Capela
Local: Biblioteca Pública Manoel Messias Sukita Santos - Capela
Hora: 8h às 16h
Coordenação: Prefeitura Municipal de Capela
11/06/2009
- Caminhada Ecológica rumo a Mata do Junco - Marcação do Mastro
Local: Prefeitura Municipal de Capela
Hora: 7h
Coordenação: Prefeitura Municipal de Capela
Atividades da Prefeitura Municipal de Estância
29/05/2009
- Concurso História em Quadrinho nas Escolas: O Meio Ambiente e Minha Comunidade
Local: Estância
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Estância/Secretaria Municipal de Educação
01/06/2009
- Meu setor de trabalho na SEME e Alternativas Contra o Desperdício
Local: Estância
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Estância/Secretaria Municipal de Educação
02/06/2009
- O Dia do Meio Ambiente na Minha Escola
Local: Estância
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Estância/Secretaria Municipal de Educação
04/06/2009
- Conferência de Meio Ambiente e Sustentabilidade
- Homenagem a um gari e uma margarida
- Apresentação de trabalhos das escolas
- Mesa redonda: Produção Mais Limpa no Município de Estância.
Silvana Perez - AMBEV
Diorane Moraes -Trop Fruit
Heveraldo – SAAE
Nilton Barreto - Secretaria Municipal de Obras
Local: Estância
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Estância
05/06/2009
- Parada Ambiental: Plantio de mudas nas margens da BR-101
Local: BR 101
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Estância
Atividades da Prefeitura Municipal da Barra dos Coqueiros
01/06/2009 a 05/06/2009
- Oficinas de biojóias, papel machê, uso do paneiro, celulose
- Palestras sobre Meio Ambiente e Exibição de Curtas Ambientais
Local: Escolas Municipais e Estaduais, Comunidade local - Barra dos Coqueiros
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal da Barra dos Coqueiros
Atividades da Prefeitura Municipal de Areia Branca
01/06/2009
- Palestra: A questão ambiental
Local: Areia Branca
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Areia Branca
02/06/2009
- Atividades na RPPN – Fonte da Bica
- Plantio de mudas do Pau-brasil nas escolas
Local: Areia Branca
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Areia Branca
03/06/2009
- Visita ao Parque Ecológico Serra de Itabaiana e ao Parque dos Falcões
Local: Itabaiana
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Areia Branca
Atividades da Diretoria Regional de Educação 9 - Nossa Senhora da Glória
01/06/2009
- Caminhada ecológica
Local: Nossa Senhora da Glória
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Nossa Senhora da Glória
Atividades da Prefeitura Municipal de General Maynard
03/06/2009
- Palestra com comunidade
Local: General Maynard
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de General Maynard
02/06/2009
- Dia ambiental
Local: Sítio Cocorote
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de General Maynard
03/06/2009
- Caminhada Ecológica pelas ruas da cidade
- Teatro ambiental e Curtas ambientais.
Local: Ruas da cidade de General Maynard
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de General Maynard
04/06/2009
- Recolhimento do lixo ambiental
Local: General Maynard
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de General Maynard
05/06/2009
- Exposição da Semana do Meio Ambiente
Local: Escola Ernesto Muniz Barreto
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de General Maynard
Atividades da Prefeitura Municipal de Umbaúba
01/06/2009
- Exibição de Curtas ambientais
Local: Escolas Estaduais e Municipais de Umbaúba
Hora: 08h30 e 14:30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Umbaúba/Secretarias de Educação e de Meio Ambiente
02/06/2009
- Realização de Eco-trilhas
Local: Localidades do Município
- Apresentação do projeto de arborização e jardinagem na área da escola por professores e alunos
Local: Colégio Estadual Dr. Antônio Garcia Filho, Colégio Estadual Benedito Barreto do Nascimento
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Umbaúba/ Secretarias de Educação e de Meio Ambiente
03/06/2009
- Alocação de placas em pontos de sensibilização para a questão do lixo
- Premiação das ruas mais limpas com o selo “Rua Limpa”
Local: Umbaúba
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Umbaúba/Secretarias de Educação e de Meio Ambiente
04/06/2009
- Apresentação de trabalhos realizados por alunos das escolas municipais do “Projeto Embriões do Saber”
- Ponto de troca ecológica de material reutilizável: livros, roupas, sapatos, bijouterias, plantas etc ;
- Apresentação de Teatro Ecológico.
Local: Sede Municipal
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Umbaúba/Secretarias de Educação e de Meio Ambiente
05/06/2009
- Participação de alunos das escolas municipais na Solenidade de Premiação da III Olimpíada Ambiental
- Realização da Pedalada ambiental com alunos de todas as escolas.
Local: Ruas da cidade de Umbaúba
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Umbaúba/Secretarias de Educação e de Meio Ambiente
Atividades da Prefeitura Municipal de Simão Dias
01 a 05/06/2009
- Coleta de baterias e pilhas em geral, lâmpadas fluorescentes
Local: Escolas das redes públicas e privadas, Agências Bancárias, Casas Lotéricas, Correios e Sede da Prefeitura - Simão Dias
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Simão Dias
02/06/2009
- Plantio simbólico de Árvores de Essências Nativas
- Palestras sobre a Questão Ambiental
Local: Margens da Barragem da Comunidade Espinheiro - Simão Dias
Hora: 08h30
Coordenação: Prefeitura Municipal de Simão Dias
Atividades da Prefeitura Municipal de Pacatuba
03/06/2009
- Caminhada para o mutirão da Limpeza do Povoado Campinas até o rio Poxim
Local: Ponte do povoado Fazenda Nova
Hora: 14h
Coordenação: Prefeitura Municipal de Pacatuba
04/06/2009
- Palestra sobre o Pantanal Nordestino
Local: Escola Municipal Antônio Rosa
Hora: 15h
Coordenação: Prefeitura Municipal de Pacatuba
05/06/2009
- Palestra: Meio Ambiente Sustentável - Água: doce e salgada
Local: Escola Municipal Antônio Rosa
Hora: 10h30
Local: Pov. Boca da Barra – João Machado Rollemberg Mendonça
Hora:14h
Local: Escola Estadual Dr. Leandro Maciel
Hora: 16h
Coordenação: Prefeitura Municipal de Pacatuba
10/06/2009
- Mutirão da Limpeza
- Situação atual do Sistema Ambiental Sustentável de Pacatuba
Local: Pov. Boca da Barra até a Foz da Praia Costeira/Pacatuba
Hora: 10h
Coordenação: Prefeitura Municipal de Pacatuba
Atividades da OXOGUM LADÊ e FITOPLAM PATRULHA AMBIENTAL – NEA
01/06/2009
- Exposição das atividades da rede Ewé Lará
- Mesa redonda: a Importância da Educação Ambiental
- Oficina Temática com Alunos rede Educação São Cristóvão
- Exposição e problematização sobre extrativismo sustentável dos recursos da Mata Atlântica
Locais: Mercado de artesanato Albano Franco: Tendas temáticas, Lar Imaculada Conceição e Tenda do Fitoplam - São Cristóvão
Hora: 08h30
Coordenação: OXOGUM LADÊ e FITOPLAM PATRULHA AMBIENTAL – NEA
02/06/2009
- Dia ambiental: pontos temáticos da cidade de São Cristóvão
Local: Ruas da Cidade de São Cristóvão
Hora: 08h30
Coordenação: OXOGUM LADÊ e FITOPLAM PATRULHA AMBIENTAL – NEA
03/06/2009
- Teatro ambiental
Local: Tenda temática - SÃO CRISTOVÃO
Hora: 08h30
Coordenação: OXOGUM LADÊ e FITOPLAM PATRULHA AMBIENTAL – NEA
04/06/2009
- Atividades educativas de fiscalização e monitoramento ambiental
Local: Vários pontos da cidade - SÃO CRISTOVÃO
Hora: 08h30
Coordenação: OXOGUM LADÊ e FITOPLAM PATRULHA AMBIENTAL – NEA
05/06/2009
- Exposição Fotográfica – Patrimônio Ambiental de São Cristóvão para reconhecimento e aproximação espacial das comunidades participantes com o seu território;
- Tenda mitologia e simbolização – valorização do meio ambiente nas crenças e religiões - exibição de fotos e material sobre o significado da natureza para diversas religiões;
- Realização de um show ecológico com participação de vários artistas de Sergipe e de São Cristóvão - Cantores Tânia Maria e Du Silva Iacema de São Cristóvão
Local: Tendas temáticas – mercado de artesanato Albano Franco - SÃO CRISTOVÃO
Hora: 08h30
Coordenação: OXOGUM LADÊ e FITOPLAM PATRULHA AMBIENTAL – NEA
Atividades da PREFEITURA MUNICIPAL DE PROPRIÁ
01/06/2009
- Organização e ornamentação da exposição.
Locais: 12 Tênis Clube
Hora:
Coordenação: Secretaria Municipal de Cultura e Meio Ambiente.
02/06/2009
- Abertura da Exposição dos trabalhos desenvolvidos durante a 1ª Olimpíada Ambiental com apresentação da Cia de Teatro Oguata de Aracaju e Fanfarra da Filarmônica.
Locais: 12 Tênis Clube
Hora: 08:00 as 17:00 hs
Coordenação: Secretaria Municipal de Cultura e Meio Ambiente.
03/06/2009
- Exposição e apresentação dos trabalhos;
- Plantio de Árvores
- Quadrilha junina;
- Capoeira Irmãos Unidos.
Locais: 12 Tênis Clube
Hora: 08:00 as 17:00 hs
Coordenação: Secretaria Municipal de Cultura e Meio Ambiente.
04/06/2009
- Exposição e Julgamento dos trabalhos;
- Grupo Lampião Rei do Cangaço;
- Pastoril.
Locais: 12 Tênis Clube
Hora: 08:00 as 17:00 hs
Coordenação: Secretaria Municipal de Cultura e Meio Ambiente.
05/06/2009
- Resultado da Olimpíada, premiação e apresentações;
- Fanfarra da Filarmônica.
Locais: 12 Tênis Clube
Hora: 08:00 as 17:00 hs
Coordenação: Secretaria Municipal de Cultura e Meio Ambiente.
ATIVIDADES DO CORPO DE BOMBEIROS
04/06/2009
- Passeio à Praia de Atalaia
- Tema: “Preservação ambiental nas praias”
Local: Praia de Atalaia- Aracaju
Hora: 09:00
Coordenação: Corpo de Bombeiros e IBAMA
05/06/2009
- Passeio ao Parque Nacional Serra de Itabaiana
- Temas: “Preservação ambiental em áreas de florestas do nosso Estado” e “Prevenção contra incêndios florestais”
Local: Parque Nacional Serra de Itabaiana
Hora: 09:00
Coordenação: Corpo de Bombeiros e IBAMA
nota publica contra desmonete da legislação ambiental
Nota pública contra o desmonte da política ambiental brasileira
- 05/06/2009
As organizações da sociedade civil abaixo assinadas vêm a público manifestar, durante a semana do meio ambiente, sua extrema preocupação com os rumos da política socioambiental brasileira e afirmar, com pesar, que esta não é uma ocasião para se comemorar. É sim momento de repúdio à tentativa de desmonte do arcabouço legal e administrativo de proteção ao meio ambiente arduamente construído pela sociedade nas últimas décadas. Recentes medidas dos poderes Executivo e Legislativo, já aprovadas ou em processo de aprovação, demonstram claramente que a lógica do crescimento econômico a qualquer custo vem solapando o compromisso político de se construir um modelo de desenvolvimento socialmente justo, ambientalmente adequado e economicamente sustentável.
1. Já em novembro de 2008 o Governo Federal cedeu pela primeira vez à pressão do lobby da insustentabilidade ao modificar o decreto que exigia o cumprimento da legislação florestal (Decreto 6514/08) menos de cinco meses após sua edição.
2. Pouco mais de um mês depois, revogou uma legislação da década de 1990 que protegia as cavernas brasileiras para colocar em seu lugar um decreto que põe em risco a maior parte de nosso patrimônio espeleológico. A justificativa foi que a proteção das cavernas, que são bens públicos, vinha impedindo o desenvolvimento de atividades econômicas como mineração e hidrelétricas.
3. Com a chegada da crise econômica mundial, ao mesmo tempo em que contingenciava grande parte do já decadente orçamento do Ministério do Meio Ambiente (hoje menor do que 1% do orçamento federal), o governo baixava impostos para a produção de veículos automotores. Fazia isso sem qualquer exigência de melhora nos padrões de consumo de combustível ou apoio equivalente ao desenvolvimento do transporte público, indo na contramão da história e contradizendo o anúncio feito meses antes de que nosso País adotaria um plano nacional de redução de emissões de gases de efeito estufa.
4. Em fevereiro deste ano uma das medidas mais graves veio à tona: a MP 458 que, a título de regularizar as posses de pequenos agricultores ocupantes de terras públicas federais na Amazônia, abriu a possibilidade de se legalizar a situação de uma grande quantidade de grileiros, incentivando, assim, o assalto ao patrimônio público, a concentração fundiária e o avanço do desmatamento ilegal. Ontem (03/06) a MP 458 foi aprovada pelo Senado Federal.
5. Enquanto essa medida era discutida - e piorada - na Câmara dos Deputados, uma outra MP (452) trouxe, de contrabando, uma regra que acaba com o licenciamento ambiental para ampliação ou revitalização de rodovias, destruindo um dos principais instrumentos da política ambiental brasileira e feita sob medida para se possibilitar abrir a BR 319 no coração da floresta amazônica, com motivos por motivos político-eleitorais. Essa MP caiu por decurso de prazo, mas a intenção por trás dela é a mesma que guia a crescente politização dos licenciamentos ambientais de grandes obras a cargo do Ibama, cuja diretoria reiteradamente vem desconhecendo os pareceres técnicos que recomendam a não concessão de licenças para determinados empreendimentos.
6. Diante desse clima de desmonte da legislação ambiental, a bancada ruralista do Congresso Nacional, com o apoio explícito do Ministro da Agricultura, se animou a propor a revogação tácita do Código Florestal, pressionando pela diminuição da reserva legal na Amazônia e pela anistia a todas as ocupações ilegais em áreas de preservação permanente. Essa movimentação já gerou o seu primeiro produto: a aprovação do chamado Código Ambiental de Santa Catarina, que diminui a proteção às florestas que preservam os rios e encostas, justamente as que, se estivessem conservadas, poderiam ter evitado parte significativa da catástrofe ocorrida no Vale do Itajaí no final do ano passado.
7. A última medida aprovada nesse sentido foi o Decreto 6848, que, ao estipular um teto para a compensação ambiental de grandes empreendimentos, contraria decisão do Supremo Tribunal Federal, que vincula o pagamento ao grau dos impactos ambientais, e rasga um dos pontos principais da Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, assinada pelo País em 1992, e que determina que aquele que causa a degradação deve ser responsável, integralmente, pelos custos sociais dela derivados (princípio do poluidor-pagador). Agora, independentemente do prejuízo imposto à sociedade, o empreendedor não terá que desembolsar mais do que 0,5% do valor da obra, o que desincentiva a adoção de tecnologias mais limpas, porém mais caras.
8. Não fosse pouco, há um ano não são criadas unidades de conservação, e várias propostas de criação, apesar de prontas e justificadas na sua importância ecológica e social, se encontram paralisadas na Casa Civil por supostamente interferirem em futuras obras de infra-estrutura, como é o caso das RESEX Renascer (PA), Montanha-Mangabal (PA), do Baixo Rio Branco-Jauaperi (RR/AM), do Refúgio de Vida Silvestre do Rio Tibagi (PR) e do Refúgio de Vida Silvestre do Rio Pelotas (SC/RS).
Diante de tudo isso, e de outras propostas em gestação, não podemos ficar calados, e muito menos comemorar. Esse conjunto de medidas, se não for revertido, jogará por terra os tênues esforços dos últimos anos para tirar o País do caminho da insustentabilidade e da dilapidação dos recursos naturais em prol de um crescimento econômico ilusório e imediatista, que não considera a necessidade de se manter as bases para que ele possa efetivamente gerar bem-estar e se perpetuar no tempo.
Queremos andar para frente, e não para trás. Há um conjunto de iniciativas importantes, que poderiam efetivamente introduzir a variável ambiental em nosso modelo de desenvolvimento, mas que não recebem a devida prioridade política, seja por parte do Executivo ou do Legislativo federal. Há anos aguarda votação pela Câmara dos Deputados o projeto do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE) Verde, que premia financeiramente os estados que possuam unidades de conservação ou terras indígenas. Nessa mesma fila estão dezenas de outros projetos, como o que institui a possibilidade de incentivo fiscal a projetos ambientais, o que cria o marco legal para as fontes de energia alternativa, o que cria um sistema de pagamento por serviços ambientais, dentre tantos que poderiam fazer a diferença, mas que ficam obscurecidos entre uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) e outra. E enquanto o BNDES ainda tem em sua carteira preferencial os tradicionais projetos de grande impacto ambiental, os pequenos projetos sustentáveis não têm a mesma facilidade e os bancos públicos não conseguem implementar sequer uma linha de crédito facilitada para recuperação ambiental em imóveis rurais.
Nesse dia 5 de junho, dia do meio ambiente, convocamos todos os cidadãos brasileiros a refletirem sobre as opções que estão sendo tomadas por nossas autoridades nesse momento, e para se manifestarem veementemente contra o retrocesso na política ambiental e a favor de um desenvolvimento justo e responsável.
Brasil, 04 de junho de 2009.
Assinam:
Amigos da Terra / Amazônia Brasileira
Associação Movimento Ecológico Carijós - AMECA
Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida - APREMAVI
Conservação Internacional Brasil
Fundação de Órgãos para a Assistência Social e Educacional - FASE
Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento -
FBOMS
Fórum das ONGs Ambientalistas do Distrito Federal e Entorno
Greenpeace
Grupo Ambiental da Bahia - GAMBA
Grupo Pau Campeche
Grupo de Trabalho Amazônico - GTA
Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia - IMAZON
Instituto de Estudos Socioeconômicos - INESC
Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia - IPAM
Instituto Socioambiental - ISA
Instituto Terra Azul
- 05/06/2009
As organizações da sociedade civil abaixo assinadas vêm a público manifestar, durante a semana do meio ambiente, sua extrema preocupação com os rumos da política socioambiental brasileira e afirmar, com pesar, que esta não é uma ocasião para se comemorar. É sim momento de repúdio à tentativa de desmonte do arcabouço legal e administrativo de proteção ao meio ambiente arduamente construído pela sociedade nas últimas décadas. Recentes medidas dos poderes Executivo e Legislativo, já aprovadas ou em processo de aprovação, demonstram claramente que a lógica do crescimento econômico a qualquer custo vem solapando o compromisso político de se construir um modelo de desenvolvimento socialmente justo, ambientalmente adequado e economicamente sustentável.
1. Já em novembro de 2008 o Governo Federal cedeu pela primeira vez à pressão do lobby da insustentabilidade ao modificar o decreto que exigia o cumprimento da legislação florestal (Decreto 6514/08) menos de cinco meses após sua edição.
2. Pouco mais de um mês depois, revogou uma legislação da década de 1990 que protegia as cavernas brasileiras para colocar em seu lugar um decreto que põe em risco a maior parte de nosso patrimônio espeleológico. A justificativa foi que a proteção das cavernas, que são bens públicos, vinha impedindo o desenvolvimento de atividades econômicas como mineração e hidrelétricas.
3. Com a chegada da crise econômica mundial, ao mesmo tempo em que contingenciava grande parte do já decadente orçamento do Ministério do Meio Ambiente (hoje menor do que 1% do orçamento federal), o governo baixava impostos para a produção de veículos automotores. Fazia isso sem qualquer exigência de melhora nos padrões de consumo de combustível ou apoio equivalente ao desenvolvimento do transporte público, indo na contramão da história e contradizendo o anúncio feito meses antes de que nosso País adotaria um plano nacional de redução de emissões de gases de efeito estufa.
4. Em fevereiro deste ano uma das medidas mais graves veio à tona: a MP 458 que, a título de regularizar as posses de pequenos agricultores ocupantes de terras públicas federais na Amazônia, abriu a possibilidade de se legalizar a situação de uma grande quantidade de grileiros, incentivando, assim, o assalto ao patrimônio público, a concentração fundiária e o avanço do desmatamento ilegal. Ontem (03/06) a MP 458 foi aprovada pelo Senado Federal.
5. Enquanto essa medida era discutida - e piorada - na Câmara dos Deputados, uma outra MP (452) trouxe, de contrabando, uma regra que acaba com o licenciamento ambiental para ampliação ou revitalização de rodovias, destruindo um dos principais instrumentos da política ambiental brasileira e feita sob medida para se possibilitar abrir a BR 319 no coração da floresta amazônica, com motivos por motivos político-eleitorais. Essa MP caiu por decurso de prazo, mas a intenção por trás dela é a mesma que guia a crescente politização dos licenciamentos ambientais de grandes obras a cargo do Ibama, cuja diretoria reiteradamente vem desconhecendo os pareceres técnicos que recomendam a não concessão de licenças para determinados empreendimentos.
6. Diante desse clima de desmonte da legislação ambiental, a bancada ruralista do Congresso Nacional, com o apoio explícito do Ministro da Agricultura, se animou a propor a revogação tácita do Código Florestal, pressionando pela diminuição da reserva legal na Amazônia e pela anistia a todas as ocupações ilegais em áreas de preservação permanente. Essa movimentação já gerou o seu primeiro produto: a aprovação do chamado Código Ambiental de Santa Catarina, que diminui a proteção às florestas que preservam os rios e encostas, justamente as que, se estivessem conservadas, poderiam ter evitado parte significativa da catástrofe ocorrida no Vale do Itajaí no final do ano passado.
7. A última medida aprovada nesse sentido foi o Decreto 6848, que, ao estipular um teto para a compensação ambiental de grandes empreendimentos, contraria decisão do Supremo Tribunal Federal, que vincula o pagamento ao grau dos impactos ambientais, e rasga um dos pontos principais da Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, assinada pelo País em 1992, e que determina que aquele que causa a degradação deve ser responsável, integralmente, pelos custos sociais dela derivados (princípio do poluidor-pagador). Agora, independentemente do prejuízo imposto à sociedade, o empreendedor não terá que desembolsar mais do que 0,5% do valor da obra, o que desincentiva a adoção de tecnologias mais limpas, porém mais caras.
8. Não fosse pouco, há um ano não são criadas unidades de conservação, e várias propostas de criação, apesar de prontas e justificadas na sua importância ecológica e social, se encontram paralisadas na Casa Civil por supostamente interferirem em futuras obras de infra-estrutura, como é o caso das RESEX Renascer (PA), Montanha-Mangabal (PA), do Baixo Rio Branco-Jauaperi (RR/AM), do Refúgio de Vida Silvestre do Rio Tibagi (PR) e do Refúgio de Vida Silvestre do Rio Pelotas (SC/RS).
Diante de tudo isso, e de outras propostas em gestação, não podemos ficar calados, e muito menos comemorar. Esse conjunto de medidas, se não for revertido, jogará por terra os tênues esforços dos últimos anos para tirar o País do caminho da insustentabilidade e da dilapidação dos recursos naturais em prol de um crescimento econômico ilusório e imediatista, que não considera a necessidade de se manter as bases para que ele possa efetivamente gerar bem-estar e se perpetuar no tempo.
Queremos andar para frente, e não para trás. Há um conjunto de iniciativas importantes, que poderiam efetivamente introduzir a variável ambiental em nosso modelo de desenvolvimento, mas que não recebem a devida prioridade política, seja por parte do Executivo ou do Legislativo federal. Há anos aguarda votação pela Câmara dos Deputados o projeto do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE) Verde, que premia financeiramente os estados que possuam unidades de conservação ou terras indígenas. Nessa mesma fila estão dezenas de outros projetos, como o que institui a possibilidade de incentivo fiscal a projetos ambientais, o que cria o marco legal para as fontes de energia alternativa, o que cria um sistema de pagamento por serviços ambientais, dentre tantos que poderiam fazer a diferença, mas que ficam obscurecidos entre uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) e outra. E enquanto o BNDES ainda tem em sua carteira preferencial os tradicionais projetos de grande impacto ambiental, os pequenos projetos sustentáveis não têm a mesma facilidade e os bancos públicos não conseguem implementar sequer uma linha de crédito facilitada para recuperação ambiental em imóveis rurais.
Nesse dia 5 de junho, dia do meio ambiente, convocamos todos os cidadãos brasileiros a refletirem sobre as opções que estão sendo tomadas por nossas autoridades nesse momento, e para se manifestarem veementemente contra o retrocesso na política ambiental e a favor de um desenvolvimento justo e responsável.
Brasil, 04 de junho de 2009.
Assinam:
Amigos da Terra / Amazônia Brasileira
Associação Movimento Ecológico Carijós - AMECA
Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida - APREMAVI
Conservação Internacional Brasil
Fundação de Órgãos para a Assistência Social e Educacional - FASE
Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento -
FBOMS
Fórum das ONGs Ambientalistas do Distrito Federal e Entorno
Greenpeace
Grupo Ambiental da Bahia - GAMBA
Grupo Pau Campeche
Grupo de Trabalho Amazônico - GTA
Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia - IMAZON
Instituto de Estudos Socioeconômicos - INESC
Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia - IPAM
Instituto Socioambiental - ISA
Instituto Terra Azul
domingo, 7 de junho de 2009
Mopec realiza ato ecológico e homenagens nos seus 20 anos
Mopec realiza ato na semana do meio ambinte
Publicada: 04/06/2009
Completando 20 anos, o Movimento Popular Ecológico de Sergipe (Mopec), dirigido por Lizaldo Vieira, promove hoje, às 9h30, no mirante do Calçadão da 13 de Julho, uma manifestação e homenagens a pessoas, instituições e empresas que contribuem com a luta pela preservação do meio ambiente. O JORNAL DA CIDADE será homenageado. Ontem, o JC foi homenageado pelo Ibama pelo mesmo motivo.
JC é “Amigo da Natureza”
Publicada: 05/06/2009
O Movimento Popular Ecológico de Sergipe (Mopec) encerrou ontem suas atividades da Semana do Meio Ambiente, com uma caminhada pelo calçadão da 13 de Julho, missa, abraço simbólico ao rio Sergipe e mangue, além de uma homenagem a parceiros que têm incentivado o trabalho da entidade. O JORNAL DA CIDADE recebeu o prêmio “Amigo da Natureza e da Vida” pelo trabalho de divulgação e denúncias de agressão ao meio ambiente. “O JORNAL DA CIDADE tem sido pioneiro nas denúncias e nunca se negou a focar a questão do meio ambiente. Estamos apenas valorizando as pessoas que contribuem para que tenhamos sempre espaço”, disse Lizaldo Vieira, coordenador geral do Mopec. Também foram prestigiados representantes dos índicos Xocós; da Associação Ambiental de Capela, que contribui para a preservação da Mata do Junco; promotores de Justiça, entre outros. O Mopec foi criado em abril de 1991 e, desde então, tem alertado os sergipanos para as questões ambientais. “Várias atividades do Mopec tiveram resultados práticos. Uma delas foi a luta pela preservação desse manguezal da praia 13 de Julho. Na época da construção do calçadão, o projeto previa o aterro do mangue. Mobilizamos a sociedade para que não permitisse essa destruição e o então deputado estadual Marcelo Déda fez um projeto de lei para a preservação das margens do rio Sergipe”, lembrou Lizaldo. Outra vitória do Mopec, segundo Lizaldo, foi a retirada da fábrica de cimento da avenida Rio de Janeiro, no bairro Siqueira Campos. “Era uma poluição terrível. A fábrica soltava uma fumaça e um pó branco que deixavam muitas pessoas doentes, com problemas de pulmão. Através da luta do Mopec, da Associação de Moradores do bairro América, da CUT e da CNT a fábrica foi transferida para Laranjeiras”, contou Lizaldo, lembrando que o JORNAL DA CIDADE fez várias matérias sobre o assunto. Atualmente o Mopec tem apenas seis coordenadores. “Mas a gente se articula muito bem com os segmentos populares. Hoje mesmo temos aqui membros dos Xocós, dos quilombolas, de várias associações de moradores”, disse Lizaldo. O Mopec também está presente no interior do Estado, a exemplo de Estância, Itabaiana, Porto da Folha e Capela. Quem quiser saber mais sobre o Mopec, a sede é localizada na rua Lerio de Moura Morais, 298, no conjunto Augusto Franco. O e-mail é mopec_se @yahoo.com.br
Publicada: 04/06/2009
Completando 20 anos, o Movimento Popular Ecológico de Sergipe (Mopec), dirigido por Lizaldo Vieira, promove hoje, às 9h30, no mirante do Calçadão da 13 de Julho, uma manifestação e homenagens a pessoas, instituições e empresas que contribuem com a luta pela preservação do meio ambiente. O JORNAL DA CIDADE será homenageado. Ontem, o JC foi homenageado pelo Ibama pelo mesmo motivo.
JC é “Amigo da Natureza”
Publicada: 05/06/2009
O Movimento Popular Ecológico de Sergipe (Mopec) encerrou ontem suas atividades da Semana do Meio Ambiente, com uma caminhada pelo calçadão da 13 de Julho, missa, abraço simbólico ao rio Sergipe e mangue, além de uma homenagem a parceiros que têm incentivado o trabalho da entidade. O JORNAL DA CIDADE recebeu o prêmio “Amigo da Natureza e da Vida” pelo trabalho de divulgação e denúncias de agressão ao meio ambiente. “O JORNAL DA CIDADE tem sido pioneiro nas denúncias e nunca se negou a focar a questão do meio ambiente. Estamos apenas valorizando as pessoas que contribuem para que tenhamos sempre espaço”, disse Lizaldo Vieira, coordenador geral do Mopec. Também foram prestigiados representantes dos índicos Xocós; da Associação Ambiental de Capela, que contribui para a preservação da Mata do Junco; promotores de Justiça, entre outros. O Mopec foi criado em abril de 1991 e, desde então, tem alertado os sergipanos para as questões ambientais. “Várias atividades do Mopec tiveram resultados práticos. Uma delas foi a luta pela preservação desse manguezal da praia 13 de Julho. Na época da construção do calçadão, o projeto previa o aterro do mangue. Mobilizamos a sociedade para que não permitisse essa destruição e o então deputado estadual Marcelo Déda fez um projeto de lei para a preservação das margens do rio Sergipe”, lembrou Lizaldo. Outra vitória do Mopec, segundo Lizaldo, foi a retirada da fábrica de cimento da avenida Rio de Janeiro, no bairro Siqueira Campos. “Era uma poluição terrível. A fábrica soltava uma fumaça e um pó branco que deixavam muitas pessoas doentes, com problemas de pulmão. Através da luta do Mopec, da Associação de Moradores do bairro América, da CUT e da CNT a fábrica foi transferida para Laranjeiras”, contou Lizaldo, lembrando que o JORNAL DA CIDADE fez várias matérias sobre o assunto. Atualmente o Mopec tem apenas seis coordenadores. “Mas a gente se articula muito bem com os segmentos populares. Hoje mesmo temos aqui membros dos Xocós, dos quilombolas, de várias associações de moradores”, disse Lizaldo. O Mopec também está presente no interior do Estado, a exemplo de Estância, Itabaiana, Porto da Folha e Capela. Quem quiser saber mais sobre o Mopec, a sede é localizada na rua Lerio de Moura Morais, 298, no conjunto Augusto Franco. O e-mail é mopec_se @yahoo.com.br
sábado, 6 de junho de 2009
informações sobre a água em capela sergipe
INTRODUÇÃO
Estado de Sergipe está localizado na região Nordeste do Brasil e abrange uma
superfície de cerca de 22.000km2, sendo parcialmente incluído no denominado
Polígono das Secas, que apresenta um regime pluviométrico marcado por
extrema irregularidade de chuvas, no tempo e no espaço. Nesse cenário, a
escassez de água constitui um forte entrave ao desenvolvimento socioeconômico e, até mesmo,
à subsistência da população. A ocorrência cíclica das secas e seus efeitos catastróficos são por
demais conhecidos e remontam aos primórdios da história do Brasil.
Esse quadro de escassez poderia ser modificado em determinadas regiões, através de
uma gestão integrada dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos. Entretanto, a carência
de estudos específicos e de abrangência regional, fundamentais para a avaliação da ocorrência
e da potencialidade desses recursos, reduz substancialmente as possibilidades de seu manejo,
inviabilizando uma gestão eficiente.
Para um efetivo gerenciamento dos recursos hídricos, principalmente num contexto
emergencial, como é o caso das secas, merece atenção a utilização das fontes de
abastecimento de água subterrânea, pois esse recurso pode tornar-se significativo no
suprimento hídrico da população e dos rebanhos. E um fato preocupante que se observa é a
grande quantidade de captações de água subterrânea no semi-árido, principalmente em rochas
cristalinas, desativadas e/ou abandonadas por problemas de pequena monta, em muitos casos
passíveis de serem solucionados com ações corretivas de baixo custo.
Essa realidade justifica a execução desse programa, que tem como objetivo básico o
cadastramento e o levantamento, em cada município do estado, da situação atual de todas as
captações existentes, o que dará subsídio e orientação técnica às comunidades, gestores
municipais e órgãos governamentais na tomada de decisões, para o planejamento, execução e
gestão dos programas emergenciais de perfuração e recuperação de poços.
2. METODOLOGIA
Definido o planejamento inicial do projeto, sua implementação tornou-se realidade a partir
de uma reunião na Superintendência de Recursos Hídricos do Estado de Sergipe, com
representantes da SRH e da CPRM, no final do mês de setembro de 2001. No mês seguinte,
iniciou-se a seleção e o treinamento da equipe executora, composta de 14 técnicos da CPRM e
um grupo contratado de 10 recenseadores, em sua maioria formada de estudantes de nível
superior dos cursos de Geologia e Geografia.
Considerando a necessidade de implantação do recenseamento em todo o Estado de
Sergipe, exceto o município de Aracaju, e o tempo como fator limitante na execução do
levantamento, adotou-se a estratégia de subdividir o estado em 3 regiões aproximadamente
equidimensionais. Cada região foi coberta por uma equipe coordenada por 2 técnicos da CPRM,
com 5 recenseadores. O tempo gasto para a conclusão dos trabalhos de campo foi de
aproximadamente 45 dias, tendo sido levantadas praticamente todas as fontes de água
subterrânea do estado.
O
Projeto Cadastro Da Infra-Estrutura Hídrica Do Nordeste
DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE CAPELA
Estado de Sergipe
2
O trabalho contemplou o cadastramento dos poços, fontes naturais, escolas, postos de
saúde, sistemas públicos de abastecimento e das barragens superficiais e subterrâneas, com
determinação das coordenadas geográficas pelo uso do Global Position System (GPS). No caso
específico dos poços e fontes naturais, foram obtidas, também, informações pertinentes aos
dados hidrológicos, caracterização do poço, instalações e a situação da captação, dados
operacionais, qualidade da água, uso da água e os aspectos ambientais.
Os dados coletados foram repassados diariamente ao escritório da CPRM em Fortaleza,
para a montagem de um banco de dados, após rigorosa triagem das informações levantadas.
Esses dados, devidamente consistidos e tratados, possibilitaram a elaboração de um mapa de
pontos d’água, de cada um dos municípios que compõem o Estado de Sergipe, cujas
informações são complementadas por esta nota explicativa, visando um fácil manuseio e
compreensão acessível a diferentes usuários.
Como base cartográfica do município, foi utilizado o mapa municipal do IBGE (Censo
2000), elaborado a partir das cartas topográficas da SUDENE e DSG – escala 1:100.000. Esses
mapas foram escanerizados, vetorizados através do programa MapScam e georreferenciados
no ArcView, recebendo os dados referentes aos poços e fontes naturais contidos no banco
de dados. Os trabalhos de arte final e impressão dos mapas foram realizados com o aplicativo
CorelDraw. A base estadual com os limites municipais foi cedida pelo IBGE em meio digital e
repassada à CPRM pela SEPLANTEC.
Em alguns mapas municipais verificou-se que alguns poços cadastrados em um
determinado município estão fora dos seus limites. Esses casos ocorrem devido à imprecisão
nos traçados dos contornos municipais, seja pela pequena escala do mapa fonte utilizado no
banco de dados (1:250.000), seja por problemas ainda existentes na cartografia estadual, ou
ainda, a informações incorretas prestadas aos recenseadores.
Além desses produtos impressos, todas as informações coligidas estão disponíveis em
meio digital, através de um CD ROM, permitindo a sua contínua atualização.
3. CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO
3.1 LOCALIZAÇÃO E ACESSO
O município de Capela está localizado na região nordeste do Estado de Sergipe,
limitando-se a norte com o município de Aquidabã, a oeste com Siriri, Nossa Senhora das Dores
e Cumbe, a sul com Rosário do Catete e a leste com Muribeca e Japaratuba. A área municipal
ocupa 431,9km2, inseridos nas folhas SC-24-Z-B-IV (Aracaju), SC-24-Z-B-V (Japaratuba) e SC-
24-Z-B-I (Gracho Cardoso), escala 1:100.000, editadas pelo MINTER/SUDENE em 1973/74. Os
limites do município, podem ser observados no Mapa Rodoviário do Estado de Sergipe, escala
1:400.000 (DER-SE, 2001). A sede municipal tem uma altitude de 120 metros e coordenadas
geográficas de 10°30'37" de latitude sul e 37°03'16" de longitude oeste.
O acesso a partir de Aracaju, é feito pelas rodovias pavimentadas BR-101 e SE-422 num
percurso total de 67km (Figura 1).
Projeto Cadastro Da Infra-Estrutura Hídrica Do Nordeste
DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE CAPELA
Estado de Sergipe
3
Figura 1 – Mapa de acesso rodoviário
3.2 ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS
Os dados socioeconômicos relativos ao município, foram obtidos a partir de publicações
recentes do Governo do Estado de Sergipe (SERGIPE.SEPLANTEC/SUPES, 1997/2000).
O município foi criado pelo Decreto Provincial de 19.12.1835 e a Lei Provincial no 331 de
28.12.1888.
Possui uma população total de 26.296 habitantes, sendo 15.913 na zona urbana e
10.383 na zona rural, com uma densidade demográfica de 60,88hab/km2.
Projeto Cadastro Da Infra-Estrutura Hídrica Do Nordeste
DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE CAPELA
Estado de Sergipe
4
A infra-estrutura de serviços pode ser considerada como bastante razoável, já que dispõe
de 2 agências bancárias (Banco do Brasil S.A. e BANESE), 1 agência postal e 2 postos dos
correios, empresas de transporte rodoviário urbano e interurbano, campo de pouso não
pavimentado, 2 hotéis, estações repetidoras de televisão, terminais telefônicos com DDD, DDI e
celular e energia elétrica distribuída pela Empresa Energética de Sergipe – ENERGIPE, com
linhas de transmissão de 13,8KV na zona rural.
O abastecimento de água da sede municipal é de responsabilidade da Companhia de
Saneamento de Sergipe – DESO, através captação do rio Lagartixa. As vilas e povoados
abastecidas com água, utilizam como fonte poços artesianos, mantidos pela prefeitura. O
sistema atende 5.410 estabelecimentos, sendo 4.097 residenciais, 148 comerciais, 44 do poder
público e 1.121 da zona rural. O esgotamento sanitário é feito em fossas sépticas e comuns,
enquanto o lixo urbano é transportado em caçamba e depositado em lixeira a céu aberto.
As receitas do município provêem, principalmente, das atividades ligadas a agricultura,
pecuária e avicultura. A agricultura tem como principal produto a cana de açúcar, seguido da
laranja, mandioca e manga. Os principais efetivos dos rebanhos são os bovinos, destacados
numericamente em relação aos eqüinos, ovinos e suínos. Os galináceos são os principais
produtos da avicultura. No período de 1980 a 1991, a indústria e o comércio apresentaram uma
redução de atividades, com reflexos negativos no nível de emprego da população.
O município conta com uma rede de 31 estabelecimentos de educação infantil, 45 de
educação fundamental e 2 de ensino médio, com um total de 9.154 alunos matriculados. A taxa
de alfabetização da população em 1991 era de 53,82%.
Na área de saúde, a população tem à sua disposição 1 hospital, 3 postos/centros e 6
estabelecimentos não especificados. Em 1990, o hospital dispunha de 55 leitos.
3.3 ASPECTOS FISIOGRÁFICOS
O clima do município é do tipo megatérmico seco e sub-úmido, com temperatura média
no ano de 24,9oC, precipitação pluviométrica média anual de 1.372mm e período chuvoso de
março a agosto. O relevo é dissecado, predominando as formas de tabuleiros, colinas e cristas,
com aprofundamento da drenagem de muito fraca a fraca. Os solos são Podzólicos vermelho
amarelo equivalente Eutrófico, Latosol vermelho amarelo e Aluviais Eutróficos e Distróficos,
cobertos por uma vegetação de Capoeira, Caatinga, Mata e Cerrado
(SERGIPE.SEPLANTEC/SUPES, 1997/2000).
3.4 GEOLOGIA
Conforme pode ser visualizado na Figura 2, o contexto geológico do município é
diversificado, abrangendo Formações Superficiais Cenozóicas, Unidades Mesozóicas e
Paleozóicas da Bacia de Sergipe e Unidades Neoproterozóicas e Mesoproterozóicas da Faixa
de Dobramentos Sergipana.
Na porção centro-sul, predominam areias finas e grossas com níveis argilosos a
conglomeráticos, representativos do Grupo Barreiras.
Projeto Cadastro Da Infra-Estrutura Hídrica Do Nordeste
DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE CAPELA
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A leste afloram sedimentos dos grupos Sergipe (Formação Riachuelo), Coruripe
(formações Coqueiro Seco, Rio Pitanga, Barra de Itiúba e Penedo), Perucaba (formações
Serraria e Bananeiras), e o Grupo Igreja Nova (Formação Aracaré), representados por arenitos,
siltitos, folhelhos, calcários, calcarenitos, calcirruditos, dolomitos, conglomerados, brechas,
arcóseos, argilitos e calcários com silex associados..
Na porção centro-norte, predominam micaxistos granatíferos e corpos máficos/
ultramáficos do Grupo Macururé, tendo associado no extremo nordeste um corpo de granitóide
tipo Glória.
Figura 2 – Geologia simplificada do município
Projeto Cadastro Da Infra-Estrutura Hídrica Do Nordeste
DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE CAPELA
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6
4. RECURSOS HÍDRICOS
4.1 ÁGUAS SUPERFICIAIS
O município está inserido na bacia hidrográfica do rio Japaratuba. Constituem a
drenagem principal , além do rio Japaratuba, o rio Siriri.
4.2 ÁGUAS SUBTERRÂNEAS
4.2.1 DOMÍNIOS HIDROGEOLÓGICOS
No município de Capela pode-se distinguir quatro domínios hidrogeológicos:
Metasedimentos/Metavulcanitos, Cristalino, Formações Superficiais Cenozóicas e Bacias
Sedimentares (Figura 2), o primeiro ocupando aproximadamente 50% do território municipal.
Os Metasedimentos/Metavulcanitos tem comportamento de “aqüífero fissural”. Como
basicamente não existe uma porosidade primária nesse tipo de rocha, a ocorrência da água
subterrânea é condicionada por uma porosidade secundária representada por fraturas e fendas,
o que se traduz por reservatórios aleatórios, descontínuos e de pequena extensão. Dentro
deste contexto, em geral, as vazões produzidas por poços são pequenas e a água, em função
da falta de circulação, dos efeitos do clima semi-árido e do tipo de rocha, é, na maior parte das
vezes, salinizada. Essas condições definem um potencial hidrogeológico baixo para as rochas
cristalinas sem, no entanto, diminuir sua importância como alternativa de abastecimento nos
casos de pequenas comunidades ou como reserva estratégica em períodos prolongados de
estiagem.
O Cristalino tem comportamento de “aqüífero fissural”. Como basicamente não existe
uma porosidade primária nesse tipo de rocha, a ocorrência da água subterrânea é condicionada
por uma porosidade secundária representada por fraturas e fendas, o que se traduz por
reservatórios aleatórios, descontínuos e de pequena extensão. Dentro deste contexto, em geral,
as vazões produzidas por poços são pequenas e a água, em função da falta de circulação, dos
efeitos do clima semi-árido e do tipo de rocha, é, na maior parte das vezes, salinizada. Essas
condições definem um potencial hidrogeológico baixo para as rochas cristalinas sem, no
entanto, diminuir sua importância como alternativa de abastecimento nos casos de pequenas
comunidades ou como reserva estratégica em períodos prolongados de estiagem.
As Formações Superficiais Cenozóicas, são constituídas por pacotes de rochas
sedimentares que recobrem as rochas mais antigas das Bacias Sedimentares, da Faixa de
Dobramentos Sergipana e do Embasamento Gnáissico. Em termos hidrogeológicos, tem um
comportamento de “aqüífero granular”, caracterizado por possuir uma porosidade primária, e nos
terrenos arenosos uma elevada permeabilidade, o que lhe confere, no geral, excelentes
condições de armazenamento e fornecimento d’água. Na área do município este domínio está
representado pelo Grupo Barreiras e por aluviões e coluviões arenosos,que a depender da
espessura e da razão areia/argila das suas litologias, pode produzir vazões significativas. Em
grande parte dos casos, poços tubulares perfurados neste domínio, vão captar água do aqüífero
subjacente
As Bacias Sedimentares são constituídas por rochas sedimentares bastante
diversificadas, e representam os mais importantes reservatórios de água subterrânea, formando
o denominado aqüífero do tipo granular. Em termos hidrogeológicos, estas bacias tem alto
Projeto Cadastro Da Infra-Estrutura Hídrica Do Nordeste
DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE CAPELA
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potencial, em decorrência da grande espessura de sedimentos e da alta permeabilidade de suas
litologias, que permite a explotação de vazões significativas. Em regiões semi-áridas, a
perfuração de poços profundos nestas áreas, com expectativas de grandes vazões, pode ser a
alternativa para viabilizar o abastecimento de água das comunidades assentadas tanto no seu
interior quanto no seu entorno.
Figura 3 – Domínios hidrogeológicos do Estado de Sergipe e localização do município
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DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE CAPELA
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8
Poço Escavado
2%
Fonte Natural
2%
Poço Tubular
96%
Figura 4 – Domínios hidrogeológicos do município
4.2.2 DIAGNÓSTICO DOS POÇOS CADASTRADOS
O levantamento realizado no município de Capela, registrou a presença de 59 pontos de
água, sendo 57 poços tubulares, 1 poço escavado e 1 fonte natural. A Figura 5 mostra, em
percentagem, a situação.
Figura 5 – Tipos de pontos d’água cadastrados
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DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE CAPELA
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9
Público
14%
Particular
86%
Em Operação
30%
Não Instalado
11%
Abandonado
41%
Paralisado
18%
Como os poços tubulares representam a grande maioria dos pontos cadastrados, toda a
análise a seguir apresentada ficará restrita a essa categoria.
Quanto à propriedade do terreno onde se encontram os poços tubulares, 8 são públicos e
49 particulares (Figura 6).
Figura 6 – Natureza da propriedade dos terrenos com poços tubulares
A Figura 7 mostra, em percentagem, a situação dos poços tubulares na data do
cadastramento, quando foi observado que, 24 poços encontravam-se abandonados, 17 em
operação, 6 não instalados e 10 paralisados.
Figura 7 – Situação dos poços cadastrados
O registro da situação da captação indicou, na data da coleta da informação no campo,
4 situações diferenciadas. Poços em operação, paralisados, não instalados e abandonados. Os
poços em uso são aqueles que funcionavam normalmente. Os paralisados estavam sem
funcionar temporariamente devido a problemas relacionados a manutenção ou quebra de
equipamentros. Os não instalados representam aqueles poços que foram perfurados, tiveram
um resultado positivo, no entanto, ainda não foram equipados com sistemas de bombeamento e
distribuição. E, por fim, os abandonados representam os poços que não apresentam
possibilidades de produção de água. Geralmente esses últimos abrangem poços secos e
obstruídos.
A situação dessas obras na data do cadastramento, levando em conta seu caráter
público ou privado, é apresentada no Quadro 1. As Figuras 8 e 9 mostram, em percentagem,
essa situação.
Projeto Cadastro Da Infra-Estrutura Hídrica Do Nordeste
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10
Em Operação
33%
Abandonado
43%
Não Instalado
10%
Paralisado
14%
Não Instalado
12%
Abandonado
38%
Em Operação
12%
Paralisado
38%
Fissural
40%
Granular
60%
Quadro 1 - Situação dos poços cadastrados
Natureza da Propriedade Abandonado Em Operação Não Instalado Paralisado
Particular 21 16 5 7
Pública 3 1 1 3
Figura 8 – Situação dos poços tubulares particulares
Figura 9 – Situação dos poços tubulares públicos
Quanto à distribuição dos poços tubulares, em relação aos domínios hidrogeológicos de
superfície, verificou-se que 34 poços estão localizados sobre aqüífero do tipo granular, enquanto
que 23, estão sobre aqüífero do tipo fissural (Figura 10).
Figura 10 – Distribuição dos poços tubulares quanto ao domínio
hidrogeológico de superfície
Relacionando os dados acima com a situação do poço tubular na data do cadastramento,
pode-se verificar que: para o aqüífero tipo granular, 24% dos poços estão em operação, 18%
paralisados, 12% não instalados e 46% abandonados (Quadro 2 e Figura 11); para o aqüífero
tipo fissural, 39% estão em operação, 17% paralisados, 9% não instalados e 35% abandonados
(Quadro 2 e Figura 12);
Projeto Cadastro Da Infra-Estrutura Hídrica Do Nordeste
DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE CAPELA
Estado de Sergipe
11
Não Instalado
12%
Paralisado
18%
Abandonado
46%
Em Operação
24%
Não Instalado
9%
Paralisado
17%
Abandonado
35%
Em Operação
39%
Comunitário
35%
Particular
65%
Quadro 2 - Situação dos poços cadastrados em relação aos domínios
hidrogeológicos de superfície
Aqüífero Abandonado Em Operação Não Instalado Paralisado
Granular 16 8 4 6
Fissural 8 9 10 4
Figura 11 – Situação dos poços cadastrados em aqüífero tipo granular
Figura 12 – Situação dos poços cadastrados em aqüífero tipo fissural
Quanto à finalidade do abastecimento, 20 poços tubulares são destinados ao
abastecimento comunitário e 37 ao uso particular (Figura 13).
Figura 13 – Finalidade do abastecimento
Projeto Cadastro Da Infra-Estrutura Hídrica Do Nordeste
DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE CAPELA
Estado de Sergipe
12
Sem Informação
29%
Animal
2%
Doméstico Primário
38%
Uso Multiplo
31%
0
5
10
15
Em Operação 6 3
Paralisados e/ou Não
Instalados
13 1
Particular Público
Em relação à finalidade do uso, 42 poços são destinados ao abastecimento múltiplo, 1 ao
doméstico primário, e em 14 poços não se obteve informação (Figura 14).
Figura 14 – Finalidade do uso da água
A Figura 15, mostra a relação entre os poços tubulares atualmente em operação, e os
poços passíveis de entrarem em funcionamento (paralisados e/ou não instalados).
Para os poços tubulares particulares, verifica-se que 6 estão em uso, enquanto que 13,
encontram-se paralisados ou não instalados, mas passíveis de entrarem em funcionamento.
Com relação aos poços tubulares públicos, 1 poço encontra-se paralisado ou não instalado e,
conseqüentemente, pode ser aproveitado, enquanto que 3 poços estão sendo utilizados.
Figura 15. – Poços em uso e poços paralisados e/ou não instalados
4.2.3 ASPECTOS QUALITATIVOS
Do ponto de vista qualitativo, foram considerados para classificação das águas, os
seguintes intervalos de STD (Sólidos Totais Dissolvidos):
0 a 500mg/l - água doce
501 a 1.500mg/l - água salobra
> 1.501mg/l - água salgada
Projeto Cadastro Da Infra-Estrutura Hídrica Do Nordeste
DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE CAPELA
Estado de Sergipe
13
As Figuras 16 e 17 ilustra a classificação das águas do município, correspondente a
poços tubulares, considerando as seguintes situações: em operação, não instalados e
paralisados. Deve-se ressaltar que só foram analisados os poços onde foi possível realizar
coleta de água.
Figura 16 – Qualidade das águas subterrâneas nos aqüíferos tipo fissural
Os resultados obtidos para os poços tubulares em aqüíferos do tipo fissural mostraram o
seguinte (Figura 16):
• O conjunto dos poços tubulares em operação, mostra predominância de água doce (4
poços);
• No grupo dos poços passíveis de entrar em funcionamento (paralisados + não
instalados) 3 poços , suas água foram classificada como doce.
Figura 17 – Qualidade das águas subterrâneas nos aqüíferos tipo granular
0
2
4
6
Em Operação 4 3
Não Instalados 2
Paralisados 1
Doce Salobra Salgada
0
2
4
6
8
Em Operação 6 1
Não Instalados 3 3
Paralisados
Doce Salobra Salgada
Projeto Cadastro Da Infra-Estrutura Hídrica Do Nordeste
DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE CAPELA
Estado de Sergipe
14
Os resultados obtidos para os poços tubulares em aqüíferos do tipo granular mostraram
o seguinte (Figura 17):
• O conjunto dos poços tubulares em operação, mostra predominância de água doce (6
poços);
• No grupo dos poços passíveis de entrar em funcionamento (paralisados + não
instalados) 6 poços foram amostrado, sendo que em 3 suas águas foram classificada
como doce e 3 como salobra.
5. CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES
A análise dos dados referentes ao cadastramento de poços executado no município
permitiu estabelecer as seguintes conclusões:
• A situação atual dos poços existentes no município é a seguinte:
Paralisados
Natureza da Propriedade Em Operação
Definitivamente Passíveis de Funcionamento
Poços Públicos 13% 38% 49%
Poços Particulares 33% 43% 13%
• Levando-se em conta os percentuais de poços tubulares paralisados passíveis de
entrar em funcionamento (49% dos poços públicos e 13% dos poços particulares),
pode-se prever um expressivo aumento da oferta de água no município, com ações de
recuperação.
Com base nas conclusões acima estabelecidas pode-se tecer as seguintes
recomendações:
• Os poços desativados e não instalados deveriam entrar em programas de
recuperação e instalação de poços, para aumentar a oferta de água da região;
• Poços paralisados em virtude de média salinidade deveriam ser analisados com
detalhe (vazão, análise físico-química, no de famílias atendidas pelo poço, etc.) para
verificação da viabilidade da instalação de equipamentos de dessalinização;
• Todos os poços deveriam sofrer manutenção periódica para assegurar o seu
funcionamento, principalmente em tempos de estiagens prolongadas;
• Para assegurar a boa qualidade da água, do ponto de vista bacteriológico, devem ser
implantadas em todos os poços medidas de proteção sanitária: cercado, tampa e laje
de proteção;
• Não foram abordados aspectos quantitativos da água em virtude de ausência de
valores referenciais das vazões das formações geológicas, do caráter impreciso das
informações coletadas junto aos moradores/usuários e da carência de perfis
geológicos dos poços perfurados, não tendo sido realizados poços de pesquisa ou
Projeto Cadastro Da Infra-Estrutura Hídrica Do Nordeste
DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE CAPELA
Estado de Sergipe
15
testes de bombeamento, por fugir aos objetivos desse levantamento, sendo
recomendados esses estudos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA – IBGE. [Mapas Base
dos municípios do Estado de Sergipe]. [Sergipe,2001]. 72 Mapas. Escalas variadas. Inédito.
FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA – IBGE . [Mapa do
Estado de Sergipe com limites municipais]. [Sergipe,2001]. 1 CD. Autocad. Convênio
IBGE/SEPLANTEC. Inédito.
SANTOS, R. A. dos; MARTINS, A. A.; NEVES, J. P.; LEAL R.A.(Orgs.) Geologia e Recursos
Minerais do Estado de Sergipe. Texto Explicativo do Mapa Geológico do Estado de Sergipe.
Brasília: CPRM, 1998. 156 p. il. Mapa color., escala 1:250.000. Convênio CPRM – CODISE.
SERGIPE.DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM–DER. Mapa Rodoviário. Sergipe,
2001. Mapa color., escala 1:400.000.
SERGIPE.SECRETARIA DE ESTADO DO PLANEJAMENTO E DA CIÊNCIA E TECNOLOGIASEPLANTEC.
SUPERINTENDÊNCIA DE ESTUDOS E PESQUISAS-SUPES. Perfis Municipais:
Aracaju, 1997. 75v.
SERGIPE.SECRETARIA DE ESTADO DO PLANEJAMENTO E DA CIÊNCIA E TECNOLOGIASEPLANTEC.
SUPERINTENDÊNCIA DE ESTUDOS E PESQUISAS-SUPES. Informes
Municipais: Aracaju, 2000. 75v.
CAPELA
Nr. Ponto Cod Poço Localidade Coordenadas Tipo do Ponto Situação Equip. de
Bombeamento
Finalidade Abastecimento Prof.
(m)
Vazão
(L/h)
Salinidade
N E
Projeto Cadastro da Infra-Estrutura Hídrica do Nordeste
Estado do Sergipe
CAPSE0002 AA208 BOA VISTA 103327 370334 POÇO TUBULAR ABANDONADA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 60 DOCE
CAPSE0003 AA209 FAZENDA JUNCO NOVO 103345 370223 POÇO TUBULAR NÃO INSTALADA USO MÚLTIPLO PARTICULAR DOCE
CAPSE0005 AA211 FAZENDA MURTA 103214 365839 POÇO TUBULAR PARALISADA BOMBA INJETORA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 61 2500
CAPSE0006 AA212 FAZENDA SANTA TEREZA 103256 365814 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA INJETORA USO MÚLTIPLO PARTICULAR SALOBRA
CAPSE0007 AA213 TERRA DURA 103503 365950 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO COMPRESSOR USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO 57 1810 DOCE
CAPSE0008 AA214 VILA MIRANDA 103515 370143 POÇO TUBULAR PARALISADA CATAVENTO PARTICULAR 40 689
CAPSE0009 AA215 CANTA GALO 103154 370049 POÇO TUBULAR ABANDONADA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO 60 251
CAPSE0010 AA216 FAZENDA EXPERIMENTAL PIRAN 102917 370216 POÇO TUBULAR PARALISADA BOMBA INJETORA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO 58 1494 DOCE
CAPSE0011 AA217 FAZENDA PALMEIRA 102855 370155 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA INJETORA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 40 4000 DOCE
CAPSE0012 AA218 FAZENDA VASSOURAS 102958 365910 POÇO TUBULAR ABANDONADA USO MÚLTIPLO PARTICULAR
CAPSE0013 AA219 FAZENDA VASSOURAS 103005 365917 POÇO TUBULAR ABANDONADA PARTICULAR
CAPSE0014 AA220 FAZENDA VASSOURAS 103002 365845 POÇO TUBULAR ABANDONADA PARTICULAR 5000
CAPSE0015 AA221 CERÂMICA 2 IRMÃOS 102823 365707 POÇO TUBULAR ABANDONADA PARTICULAR 95
CAPSE0016 AA222 PIRUNGA 102821 365704 POÇO TUBULAR ABANDONADA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 121
CAPSE0017 AA223 PIRUNGA 102843 365659 POÇO TUBULAR ABANDONADA COMUNITÁRIO 5000
CAPSE0018 AA224 QUIXABA (CAMPO) 102541 365813 POÇO TUBULAR NÃO INSTALADA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO 113
CAPSE0019 AA225 QUIXABA 102631 365847 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA SUBMERSA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO
CAPSE0020 AA226 CHACARA BARRETO 102904 370225 POÇO TUBULAR NÃO INSTALADA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 66 786 DOCE
CAPSE0021 AA227 CUMINHO 102922 370451 POÇO TUBULAR ABANDONADA COMUNITÁRIO 46 500
CAPSE0022 AA228 FAZENDA OLINDA 103106 370016 POÇO TUBULAR ABANDONADA DOMÉSTICO PRIMÁRIO PARTICULAR 54 1600
CAPSE0023 AA229 PAU D'ARCO 102025 370041 POÇO TUBULAR ABANDONADA CATAVENTO USO MÚLTIPLO PARTICULAR 60 858
CAPSE0024 AA230 CANGALEIXO 101946 370008 POÇO TUBULAR PARALISADA CATAVENTO USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO 60 1626
CAPSE0025 AA231 FAZENDA QUEM DERA 102147 370126 POÇO TUBULAR ABANDONADA BOMBA SUBMERSA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 9600 DOCE
CAPSE0026 AA232 FAZENDA QUEM DERA 102026 370128 POÇO TUBULAR NÃO INSTALADA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 45 5500 DOCE
CAPSE0027 AA233 FAZENDA QUEM DERA 102029 370128 POÇO TUBULAR ABANDONADA PARTICULAR
CAPSE0028 AA234 FAZENDA BOA FÉ 102044 370247 POÇO TUBULAR PARALISADA CATAVENTO USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO 65 3000
CAPSE0029 AA235 FAZENDA BOA FÉ 102045 370255 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA INJETORA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO 63 2000 DOCE
CAPSE0030 AA236 TERRA VERMELHA 102047 370322 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA SUBMERSA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO 54 3500 DOCE
CAPELA
Nr. Ponto Cod Poço Localidade Coordenadas Tipo do Ponto Situação Equip. de
Bombeamento
Finalidade Abastecimento Prof.
(m)
Vazão
(L/h)
Salinidade
N E
Projeto Cadastro da Infra-Estrutura Hídrica do Nordeste
Estado do Sergipe
CAPSE0031 AA237 CRUZ DO CONGO 102229 370313 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA INJETORA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO DOCE
CAPSE0032 AA238 BARRACAS 102506 370236 POÇO TUBULAR ABANDONADA COMUNITÁRIO 60 137
CAPSE0033 AA239 FAZENDA BOA VISTA 102707 370804 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA SUBMERSA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 63 DOCE
CAPSE0034 AA240 BAO VISTA 102727 370805 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA SUBMERSA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO DOCE
CAPSE0035 AA721 PEDRAS 102853 370530 POÇO TUBULAR PARALISADA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO DOCE
CAPSE0036 AA722 PEDRAS 102853 370530 POÇO TUBULAR PARALISADA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO DOCE
CAPSE0037 AA723 PEDRAS 102908 370531 POÇO TUBULAR ABANDONADA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO 42
CAPSE0038 AA724 RESENDE 102818 370252 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA SUBMERSA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 60 2750 DOCE
CAPSE0039 AA725 FAZENDA LAVAGEM 102724 370337 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA SUBMERSA USO MÚLTIPLO PARTICULAR
CAPSE0040 AA726 FAZENDA CACHOEIRA 102557 370312 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA INJETORA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 42 7000 SALOBRA
CAPSE0041 AA727 LAGOA DO MELO 102435 370421 POÇO TUBULAR ABANDONADA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO 60 187
CAPSE0042 AA728 FAZENDA BELA VISTA 102408 370430 POÇO TUBULAR ABANDONADA PARTICULAR 60 1000
CAPSE0043 AA729 FAZENDA OITERO 102345 370421 POÇO TUBULAR PARALISADA BOMBA INJETORA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 46 2000
CAPSE0044 AA730 FAZENDA MANUELA 102325 370439 POÇO TUBULAR ABANDONADA PARTICULAR 47 1100
CAPSE0045 AA731 OITERO 102313 370437 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA INJETORA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO 60 1106
CAPSE0046 AA732 FAZENDA SÃO DOMINGOS 102243 370440 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA SUBMERSA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 72 1300 SALOBRA
CAPSE0047 AA733 ANGÁS 102246 370601 POÇO TUBULAR PARALISADA CATAVENTO USO MÚLTIPLO PARTICULAR 66 176
CAPSE0048 AA734 FAZENDA BOA SORTE 102350 370527 POÇO TUBULAR PARALISADA BOMBA INJETORA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 80 1500
CAPSE0049 AA735 TAPULO 102602 370522 POÇO TUBULAR ABANDONADA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO 60 DOCE
CAPSE0050 AA736 BOA VISTA 103333 370334 POÇO TUBULAR NÃO INSTALADA USO MÚLTIPLO PARTICULAR DOCE
CAPSE0051 AA737 TABOCA 103541 370142 POÇO TUBULAR ABANDONADA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 60
CAPSE0052 AA738 FAZENDA COQUEIRO 103443 370029 POÇO TUBULAR NÃO INSTALADA USO MÚLTIPLO PARTICULAR DOCE
CAPSE0053 AA739 FAZENDA CONQUEIROS 103440 370025 POÇO TUBULAR ABANDONADA PARTICULAR
CAPSE0054 AA740 FAZENDA TABOCAL 102704 370421 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA INJETORA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 500 SALOBRA
CAPSE0055 AA741 FAZENDA NOVO HORIZONTE 102314 370419 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA INJETORA USO MÚLTIPLO PARTICULAR DOCE
CAPSE0056 AA742 FAZENDA CRUZ DO CONGO 102219 370349 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA INJETORA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 38,5 1015 DOCE
CAPSE0057 AA744 CERAMICA SANTO ANTÔNIO 102823 365707 POÇO TUBULAR ABANDONADA PARTICULAR 77
CAPSE0058 AA745 FAZENDA JUNCO NOVO 103345 370222 POÇO TUBULAR ABANDONADA PARTICULAR 38 1500
CAPELA
Nr. Ponto Cod Poço Localidade Coordenadas Tipo do Ponto Situação Equip. de
Bombeamento
Finalidade Abastecimento Prof.
(m)
Vazão
(L/h)
Salinidade
N E
Projeto Cadastro da Infra-Estrutura Hídrica do Nordeste
Estado do Sergipe
CAPSE0059 AA746 FAZENDA JUNCO NOVO 103345 370223 POÇO TUBULAR ABANDONADA PARTICULAR
SE-206
SE-306
SE-306
BR-101
CAPELA
A Q U I D
A B Ã
M U R I B E C A
J A P A R A T U B A
C A R M Ó P O L I S
R O S Á R I O D O C A T E T E
S I R I R I
C U M B E
S E R O D S A D A R O H N E S A S S O N
Cumbé
Araticum
Taquari
Terra Dura
Tira-Chapéu
Junco
Cuminho
Lavagem
Tabocal
Cachoeira
Contapor
Papagaio
Angor
Taquara Malhada
Brejo Pau D´Arco
Tapera
Murici
Saúde
Piranga
Boa Vista
São José
Barracas
Miranda
Aç. do Cumbé
Rio
Riachão
Rio
Cancela
Rch.
Pinto
Rch.
do
nte
oM
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Rch.
Rch.
Taquara
áurraM
Rch.
Olho
D´Agua
Rio
Japaratuba
RIO
Japaratuba
Rio
Lagartixa
MUNICÍPIO DE CAPELA
700
700
705
705
710
710
715
715
720
720
725
725
730km
730
8820 8820km
8825 8825
8830 8830
8835 8835
8840 8840
8845 8845
8850 8850
8855 8855
8860 8860
§
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AA208
A
A
A
A
2
2
1
1
1
AA212
AA213
AA214
AA215
AA216
AA217
AA218
AA219 AA220
0
AA223
AA224
AA225
AA226
AA227
AA228
AA229
AA231
AA232
AA233
AA234
AA235
AA236
AA237
AA238
AA239
AA240
AA721
AA722
AA723
AA724
AA725
AA726
AA727
AA728
AA729
AA730
AA731
AA732
AA733
AA734
AA735
AA736
AA737
AA738
AA739
AA740
AA741
AA742
AA313
AA314
AA315
# AA222 # AA221
AA744
AA745 # AA209
AA746
©
©
1 0 1 2km
Poço tubular em operação
CONVENÇÕES HIDROLÓGICAS
CONVENÇÕES CARTOGRÁFICAS
Poço tubular abandonado
Poço tubular não instalado
Poço tubular paralisado
Índice numérico correspondente ao identificador do ponto no Banco de Dados
Exemplo:
Vila, sede distrital
Sede do município
Outras localidades
Limite intermunicipal
Ferrovia
Lagoa, açude ou barragem
Estrada secundária
Estrada principal
Rio
LOCALIZAÇÃO DO MUNICÍPIO
Como base cartográfica do município, foi utilizado o mapa municipal do
IBGE (Censo 2000), elaborado a partir das cartas topográficas da
SUDENE e DSG - escala 1:100.000, 1973. Esses mapas foram
escanerizados e vetorizados através do programa CorelDraw e
georeferenciados no ArcView, onde foram lançados os dados referentes
aos poços e fontes naturais contidos no banco de dados.
Desenho da base planimétrica, tratamento de dados e processamento
digital a cargo do Centro de Informática e Geoprocessamento da
Residência de Fortaleza, com editoração na Superintendência Regional
de Salvador.
Levantamento e diagnóstico dos pontos d’água realizados pelas
equipes técnicas das unidades regionais da CPRM de Salvador, Recife
e Fortaleza, no período de outubro a novembro de 2001.
O Projeto Cadastro da Infra-estrutura Hídrica do Nordeste - Estado
de Sergipe foi executado pela CPRM - Serviço Geológico do Brasil, sob
a coordenação da Divisão de Hidrogeologia e Exploração - DIHEXP,
do Departamento de Hidrologia - DEHID. Esse levantamento teve o
apoio do Governo do Estado de Sergipe, através da Superintendência
de Recursos Hídricos - SRH, da Secretaria de Estado do Planejamento
e da Ciência e Tecnologia.
MUNICÍPIO20 D02E BOQUIM
Origem da quilometragem - Equador e MC 39º W Gr.
Acrescidas as constantes de 10.000 km e 500 km, respectivamente.
Datum Horizontal: Córrego Alegre - MG
Datum Vertical: Marégrafo de Imbituba - SC
ESCALA
MAPA DE PONTOS D’ÁGUA
MAPA DE PONTOS D’ÁGUA
MUNICÍPIO DE CAPELA
BA426 BA426
N
420 370
-20
-80
ESTADO DE SERGIPE
Trabalhando em todo o Brasil
SUPERINTENDÊNCIA DE RECURSOS HÍDRICOS
Estado de Sergipe está localizado na região Nordeste do Brasil e abrange uma
superfície de cerca de 22.000km2, sendo parcialmente incluído no denominado
Polígono das Secas, que apresenta um regime pluviométrico marcado por
extrema irregularidade de chuvas, no tempo e no espaço. Nesse cenário, a
escassez de água constitui um forte entrave ao desenvolvimento socioeconômico e, até mesmo,
à subsistência da população. A ocorrência cíclica das secas e seus efeitos catastróficos são por
demais conhecidos e remontam aos primórdios da história do Brasil.
Esse quadro de escassez poderia ser modificado em determinadas regiões, através de
uma gestão integrada dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos. Entretanto, a carência
de estudos específicos e de abrangência regional, fundamentais para a avaliação da ocorrência
e da potencialidade desses recursos, reduz substancialmente as possibilidades de seu manejo,
inviabilizando uma gestão eficiente.
Para um efetivo gerenciamento dos recursos hídricos, principalmente num contexto
emergencial, como é o caso das secas, merece atenção a utilização das fontes de
abastecimento de água subterrânea, pois esse recurso pode tornar-se significativo no
suprimento hídrico da população e dos rebanhos. E um fato preocupante que se observa é a
grande quantidade de captações de água subterrânea no semi-árido, principalmente em rochas
cristalinas, desativadas e/ou abandonadas por problemas de pequena monta, em muitos casos
passíveis de serem solucionados com ações corretivas de baixo custo.
Essa realidade justifica a execução desse programa, que tem como objetivo básico o
cadastramento e o levantamento, em cada município do estado, da situação atual de todas as
captações existentes, o que dará subsídio e orientação técnica às comunidades, gestores
municipais e órgãos governamentais na tomada de decisões, para o planejamento, execução e
gestão dos programas emergenciais de perfuração e recuperação de poços.
2. METODOLOGIA
Definido o planejamento inicial do projeto, sua implementação tornou-se realidade a partir
de uma reunião na Superintendência de Recursos Hídricos do Estado de Sergipe, com
representantes da SRH e da CPRM, no final do mês de setembro de 2001. No mês seguinte,
iniciou-se a seleção e o treinamento da equipe executora, composta de 14 técnicos da CPRM e
um grupo contratado de 10 recenseadores, em sua maioria formada de estudantes de nível
superior dos cursos de Geologia e Geografia.
Considerando a necessidade de implantação do recenseamento em todo o Estado de
Sergipe, exceto o município de Aracaju, e o tempo como fator limitante na execução do
levantamento, adotou-se a estratégia de subdividir o estado em 3 regiões aproximadamente
equidimensionais. Cada região foi coberta por uma equipe coordenada por 2 técnicos da CPRM,
com 5 recenseadores. O tempo gasto para a conclusão dos trabalhos de campo foi de
aproximadamente 45 dias, tendo sido levantadas praticamente todas as fontes de água
subterrânea do estado.
O
Projeto Cadastro Da Infra-Estrutura Hídrica Do Nordeste
DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE CAPELA
Estado de Sergipe
2
O trabalho contemplou o cadastramento dos poços, fontes naturais, escolas, postos de
saúde, sistemas públicos de abastecimento e das barragens superficiais e subterrâneas, com
determinação das coordenadas geográficas pelo uso do Global Position System (GPS). No caso
específico dos poços e fontes naturais, foram obtidas, também, informações pertinentes aos
dados hidrológicos, caracterização do poço, instalações e a situação da captação, dados
operacionais, qualidade da água, uso da água e os aspectos ambientais.
Os dados coletados foram repassados diariamente ao escritório da CPRM em Fortaleza,
para a montagem de um banco de dados, após rigorosa triagem das informações levantadas.
Esses dados, devidamente consistidos e tratados, possibilitaram a elaboração de um mapa de
pontos d’água, de cada um dos municípios que compõem o Estado de Sergipe, cujas
informações são complementadas por esta nota explicativa, visando um fácil manuseio e
compreensão acessível a diferentes usuários.
Como base cartográfica do município, foi utilizado o mapa municipal do IBGE (Censo
2000), elaborado a partir das cartas topográficas da SUDENE e DSG – escala 1:100.000. Esses
mapas foram escanerizados, vetorizados através do programa MapScam e georreferenciados
no ArcView, recebendo os dados referentes aos poços e fontes naturais contidos no banco
de dados. Os trabalhos de arte final e impressão dos mapas foram realizados com o aplicativo
CorelDraw. A base estadual com os limites municipais foi cedida pelo IBGE em meio digital e
repassada à CPRM pela SEPLANTEC.
Em alguns mapas municipais verificou-se que alguns poços cadastrados em um
determinado município estão fora dos seus limites. Esses casos ocorrem devido à imprecisão
nos traçados dos contornos municipais, seja pela pequena escala do mapa fonte utilizado no
banco de dados (1:250.000), seja por problemas ainda existentes na cartografia estadual, ou
ainda, a informações incorretas prestadas aos recenseadores.
Além desses produtos impressos, todas as informações coligidas estão disponíveis em
meio digital, através de um CD ROM, permitindo a sua contínua atualização.
3. CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO
3.1 LOCALIZAÇÃO E ACESSO
O município de Capela está localizado na região nordeste do Estado de Sergipe,
limitando-se a norte com o município de Aquidabã, a oeste com Siriri, Nossa Senhora das Dores
e Cumbe, a sul com Rosário do Catete e a leste com Muribeca e Japaratuba. A área municipal
ocupa 431,9km2, inseridos nas folhas SC-24-Z-B-IV (Aracaju), SC-24-Z-B-V (Japaratuba) e SC-
24-Z-B-I (Gracho Cardoso), escala 1:100.000, editadas pelo MINTER/SUDENE em 1973/74. Os
limites do município, podem ser observados no Mapa Rodoviário do Estado de Sergipe, escala
1:400.000 (DER-SE, 2001). A sede municipal tem uma altitude de 120 metros e coordenadas
geográficas de 10°30'37" de latitude sul e 37°03'16" de longitude oeste.
O acesso a partir de Aracaju, é feito pelas rodovias pavimentadas BR-101 e SE-422 num
percurso total de 67km (Figura 1).
Projeto Cadastro Da Infra-Estrutura Hídrica Do Nordeste
DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE CAPELA
Estado de Sergipe
3
Figura 1 – Mapa de acesso rodoviário
3.2 ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS
Os dados socioeconômicos relativos ao município, foram obtidos a partir de publicações
recentes do Governo do Estado de Sergipe (SERGIPE.SEPLANTEC/SUPES, 1997/2000).
O município foi criado pelo Decreto Provincial de 19.12.1835 e a Lei Provincial no 331 de
28.12.1888.
Possui uma população total de 26.296 habitantes, sendo 15.913 na zona urbana e
10.383 na zona rural, com uma densidade demográfica de 60,88hab/km2.
Projeto Cadastro Da Infra-Estrutura Hídrica Do Nordeste
DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE CAPELA
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4
A infra-estrutura de serviços pode ser considerada como bastante razoável, já que dispõe
de 2 agências bancárias (Banco do Brasil S.A. e BANESE), 1 agência postal e 2 postos dos
correios, empresas de transporte rodoviário urbano e interurbano, campo de pouso não
pavimentado, 2 hotéis, estações repetidoras de televisão, terminais telefônicos com DDD, DDI e
celular e energia elétrica distribuída pela Empresa Energética de Sergipe – ENERGIPE, com
linhas de transmissão de 13,8KV na zona rural.
O abastecimento de água da sede municipal é de responsabilidade da Companhia de
Saneamento de Sergipe – DESO, através captação do rio Lagartixa. As vilas e povoados
abastecidas com água, utilizam como fonte poços artesianos, mantidos pela prefeitura. O
sistema atende 5.410 estabelecimentos, sendo 4.097 residenciais, 148 comerciais, 44 do poder
público e 1.121 da zona rural. O esgotamento sanitário é feito em fossas sépticas e comuns,
enquanto o lixo urbano é transportado em caçamba e depositado em lixeira a céu aberto.
As receitas do município provêem, principalmente, das atividades ligadas a agricultura,
pecuária e avicultura. A agricultura tem como principal produto a cana de açúcar, seguido da
laranja, mandioca e manga. Os principais efetivos dos rebanhos são os bovinos, destacados
numericamente em relação aos eqüinos, ovinos e suínos. Os galináceos são os principais
produtos da avicultura. No período de 1980 a 1991, a indústria e o comércio apresentaram uma
redução de atividades, com reflexos negativos no nível de emprego da população.
O município conta com uma rede de 31 estabelecimentos de educação infantil, 45 de
educação fundamental e 2 de ensino médio, com um total de 9.154 alunos matriculados. A taxa
de alfabetização da população em 1991 era de 53,82%.
Na área de saúde, a população tem à sua disposição 1 hospital, 3 postos/centros e 6
estabelecimentos não especificados. Em 1990, o hospital dispunha de 55 leitos.
3.3 ASPECTOS FISIOGRÁFICOS
O clima do município é do tipo megatérmico seco e sub-úmido, com temperatura média
no ano de 24,9oC, precipitação pluviométrica média anual de 1.372mm e período chuvoso de
março a agosto. O relevo é dissecado, predominando as formas de tabuleiros, colinas e cristas,
com aprofundamento da drenagem de muito fraca a fraca. Os solos são Podzólicos vermelho
amarelo equivalente Eutrófico, Latosol vermelho amarelo e Aluviais Eutróficos e Distróficos,
cobertos por uma vegetação de Capoeira, Caatinga, Mata e Cerrado
(SERGIPE.SEPLANTEC/SUPES, 1997/2000).
3.4 GEOLOGIA
Conforme pode ser visualizado na Figura 2, o contexto geológico do município é
diversificado, abrangendo Formações Superficiais Cenozóicas, Unidades Mesozóicas e
Paleozóicas da Bacia de Sergipe e Unidades Neoproterozóicas e Mesoproterozóicas da Faixa
de Dobramentos Sergipana.
Na porção centro-sul, predominam areias finas e grossas com níveis argilosos a
conglomeráticos, representativos do Grupo Barreiras.
Projeto Cadastro Da Infra-Estrutura Hídrica Do Nordeste
DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE CAPELA
Estado de Sergipe
5
A leste afloram sedimentos dos grupos Sergipe (Formação Riachuelo), Coruripe
(formações Coqueiro Seco, Rio Pitanga, Barra de Itiúba e Penedo), Perucaba (formações
Serraria e Bananeiras), e o Grupo Igreja Nova (Formação Aracaré), representados por arenitos,
siltitos, folhelhos, calcários, calcarenitos, calcirruditos, dolomitos, conglomerados, brechas,
arcóseos, argilitos e calcários com silex associados..
Na porção centro-norte, predominam micaxistos granatíferos e corpos máficos/
ultramáficos do Grupo Macururé, tendo associado no extremo nordeste um corpo de granitóide
tipo Glória.
Figura 2 – Geologia simplificada do município
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DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE CAPELA
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6
4. RECURSOS HÍDRICOS
4.1 ÁGUAS SUPERFICIAIS
O município está inserido na bacia hidrográfica do rio Japaratuba. Constituem a
drenagem principal , além do rio Japaratuba, o rio Siriri.
4.2 ÁGUAS SUBTERRÂNEAS
4.2.1 DOMÍNIOS HIDROGEOLÓGICOS
No município de Capela pode-se distinguir quatro domínios hidrogeológicos:
Metasedimentos/Metavulcanitos, Cristalino, Formações Superficiais Cenozóicas e Bacias
Sedimentares (Figura 2), o primeiro ocupando aproximadamente 50% do território municipal.
Os Metasedimentos/Metavulcanitos tem comportamento de “aqüífero fissural”. Como
basicamente não existe uma porosidade primária nesse tipo de rocha, a ocorrência da água
subterrânea é condicionada por uma porosidade secundária representada por fraturas e fendas,
o que se traduz por reservatórios aleatórios, descontínuos e de pequena extensão. Dentro
deste contexto, em geral, as vazões produzidas por poços são pequenas e a água, em função
da falta de circulação, dos efeitos do clima semi-árido e do tipo de rocha, é, na maior parte das
vezes, salinizada. Essas condições definem um potencial hidrogeológico baixo para as rochas
cristalinas sem, no entanto, diminuir sua importância como alternativa de abastecimento nos
casos de pequenas comunidades ou como reserva estratégica em períodos prolongados de
estiagem.
O Cristalino tem comportamento de “aqüífero fissural”. Como basicamente não existe
uma porosidade primária nesse tipo de rocha, a ocorrência da água subterrânea é condicionada
por uma porosidade secundária representada por fraturas e fendas, o que se traduz por
reservatórios aleatórios, descontínuos e de pequena extensão. Dentro deste contexto, em geral,
as vazões produzidas por poços são pequenas e a água, em função da falta de circulação, dos
efeitos do clima semi-árido e do tipo de rocha, é, na maior parte das vezes, salinizada. Essas
condições definem um potencial hidrogeológico baixo para as rochas cristalinas sem, no
entanto, diminuir sua importância como alternativa de abastecimento nos casos de pequenas
comunidades ou como reserva estratégica em períodos prolongados de estiagem.
As Formações Superficiais Cenozóicas, são constituídas por pacotes de rochas
sedimentares que recobrem as rochas mais antigas das Bacias Sedimentares, da Faixa de
Dobramentos Sergipana e do Embasamento Gnáissico. Em termos hidrogeológicos, tem um
comportamento de “aqüífero granular”, caracterizado por possuir uma porosidade primária, e nos
terrenos arenosos uma elevada permeabilidade, o que lhe confere, no geral, excelentes
condições de armazenamento e fornecimento d’água. Na área do município este domínio está
representado pelo Grupo Barreiras e por aluviões e coluviões arenosos,que a depender da
espessura e da razão areia/argila das suas litologias, pode produzir vazões significativas. Em
grande parte dos casos, poços tubulares perfurados neste domínio, vão captar água do aqüífero
subjacente
As Bacias Sedimentares são constituídas por rochas sedimentares bastante
diversificadas, e representam os mais importantes reservatórios de água subterrânea, formando
o denominado aqüífero do tipo granular. Em termos hidrogeológicos, estas bacias tem alto
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DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE CAPELA
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7
potencial, em decorrência da grande espessura de sedimentos e da alta permeabilidade de suas
litologias, que permite a explotação de vazões significativas. Em regiões semi-áridas, a
perfuração de poços profundos nestas áreas, com expectativas de grandes vazões, pode ser a
alternativa para viabilizar o abastecimento de água das comunidades assentadas tanto no seu
interior quanto no seu entorno.
Figura 3 – Domínios hidrogeológicos do Estado de Sergipe e localização do município
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DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE CAPELA
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8
Poço Escavado
2%
Fonte Natural
2%
Poço Tubular
96%
Figura 4 – Domínios hidrogeológicos do município
4.2.2 DIAGNÓSTICO DOS POÇOS CADASTRADOS
O levantamento realizado no município de Capela, registrou a presença de 59 pontos de
água, sendo 57 poços tubulares, 1 poço escavado e 1 fonte natural. A Figura 5 mostra, em
percentagem, a situação.
Figura 5 – Tipos de pontos d’água cadastrados
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DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE CAPELA
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9
Público
14%
Particular
86%
Em Operação
30%
Não Instalado
11%
Abandonado
41%
Paralisado
18%
Como os poços tubulares representam a grande maioria dos pontos cadastrados, toda a
análise a seguir apresentada ficará restrita a essa categoria.
Quanto à propriedade do terreno onde se encontram os poços tubulares, 8 são públicos e
49 particulares (Figura 6).
Figura 6 – Natureza da propriedade dos terrenos com poços tubulares
A Figura 7 mostra, em percentagem, a situação dos poços tubulares na data do
cadastramento, quando foi observado que, 24 poços encontravam-se abandonados, 17 em
operação, 6 não instalados e 10 paralisados.
Figura 7 – Situação dos poços cadastrados
O registro da situação da captação indicou, na data da coleta da informação no campo,
4 situações diferenciadas. Poços em operação, paralisados, não instalados e abandonados. Os
poços em uso são aqueles que funcionavam normalmente. Os paralisados estavam sem
funcionar temporariamente devido a problemas relacionados a manutenção ou quebra de
equipamentros. Os não instalados representam aqueles poços que foram perfurados, tiveram
um resultado positivo, no entanto, ainda não foram equipados com sistemas de bombeamento e
distribuição. E, por fim, os abandonados representam os poços que não apresentam
possibilidades de produção de água. Geralmente esses últimos abrangem poços secos e
obstruídos.
A situação dessas obras na data do cadastramento, levando em conta seu caráter
público ou privado, é apresentada no Quadro 1. As Figuras 8 e 9 mostram, em percentagem,
essa situação.
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10
Em Operação
33%
Abandonado
43%
Não Instalado
10%
Paralisado
14%
Não Instalado
12%
Abandonado
38%
Em Operação
12%
Paralisado
38%
Fissural
40%
Granular
60%
Quadro 1 - Situação dos poços cadastrados
Natureza da Propriedade Abandonado Em Operação Não Instalado Paralisado
Particular 21 16 5 7
Pública 3 1 1 3
Figura 8 – Situação dos poços tubulares particulares
Figura 9 – Situação dos poços tubulares públicos
Quanto à distribuição dos poços tubulares, em relação aos domínios hidrogeológicos de
superfície, verificou-se que 34 poços estão localizados sobre aqüífero do tipo granular, enquanto
que 23, estão sobre aqüífero do tipo fissural (Figura 10).
Figura 10 – Distribuição dos poços tubulares quanto ao domínio
hidrogeológico de superfície
Relacionando os dados acima com a situação do poço tubular na data do cadastramento,
pode-se verificar que: para o aqüífero tipo granular, 24% dos poços estão em operação, 18%
paralisados, 12% não instalados e 46% abandonados (Quadro 2 e Figura 11); para o aqüífero
tipo fissural, 39% estão em operação, 17% paralisados, 9% não instalados e 35% abandonados
(Quadro 2 e Figura 12);
Projeto Cadastro Da Infra-Estrutura Hídrica Do Nordeste
DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE CAPELA
Estado de Sergipe
11
Não Instalado
12%
Paralisado
18%
Abandonado
46%
Em Operação
24%
Não Instalado
9%
Paralisado
17%
Abandonado
35%
Em Operação
39%
Comunitário
35%
Particular
65%
Quadro 2 - Situação dos poços cadastrados em relação aos domínios
hidrogeológicos de superfície
Aqüífero Abandonado Em Operação Não Instalado Paralisado
Granular 16 8 4 6
Fissural 8 9 10 4
Figura 11 – Situação dos poços cadastrados em aqüífero tipo granular
Figura 12 – Situação dos poços cadastrados em aqüífero tipo fissural
Quanto à finalidade do abastecimento, 20 poços tubulares são destinados ao
abastecimento comunitário e 37 ao uso particular (Figura 13).
Figura 13 – Finalidade do abastecimento
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DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE CAPELA
Estado de Sergipe
12
Sem Informação
29%
Animal
2%
Doméstico Primário
38%
Uso Multiplo
31%
0
5
10
15
Em Operação 6 3
Paralisados e/ou Não
Instalados
13 1
Particular Público
Em relação à finalidade do uso, 42 poços são destinados ao abastecimento múltiplo, 1 ao
doméstico primário, e em 14 poços não se obteve informação (Figura 14).
Figura 14 – Finalidade do uso da água
A Figura 15, mostra a relação entre os poços tubulares atualmente em operação, e os
poços passíveis de entrarem em funcionamento (paralisados e/ou não instalados).
Para os poços tubulares particulares, verifica-se que 6 estão em uso, enquanto que 13,
encontram-se paralisados ou não instalados, mas passíveis de entrarem em funcionamento.
Com relação aos poços tubulares públicos, 1 poço encontra-se paralisado ou não instalado e,
conseqüentemente, pode ser aproveitado, enquanto que 3 poços estão sendo utilizados.
Figura 15. – Poços em uso e poços paralisados e/ou não instalados
4.2.3 ASPECTOS QUALITATIVOS
Do ponto de vista qualitativo, foram considerados para classificação das águas, os
seguintes intervalos de STD (Sólidos Totais Dissolvidos):
0 a 500mg/l - água doce
501 a 1.500mg/l - água salobra
> 1.501mg/l - água salgada
Projeto Cadastro Da Infra-Estrutura Hídrica Do Nordeste
DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE CAPELA
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13
As Figuras 16 e 17 ilustra a classificação das águas do município, correspondente a
poços tubulares, considerando as seguintes situações: em operação, não instalados e
paralisados. Deve-se ressaltar que só foram analisados os poços onde foi possível realizar
coleta de água.
Figura 16 – Qualidade das águas subterrâneas nos aqüíferos tipo fissural
Os resultados obtidos para os poços tubulares em aqüíferos do tipo fissural mostraram o
seguinte (Figura 16):
• O conjunto dos poços tubulares em operação, mostra predominância de água doce (4
poços);
• No grupo dos poços passíveis de entrar em funcionamento (paralisados + não
instalados) 3 poços , suas água foram classificada como doce.
Figura 17 – Qualidade das águas subterrâneas nos aqüíferos tipo granular
0
2
4
6
Em Operação 4 3
Não Instalados 2
Paralisados 1
Doce Salobra Salgada
0
2
4
6
8
Em Operação 6 1
Não Instalados 3 3
Paralisados
Doce Salobra Salgada
Projeto Cadastro Da Infra-Estrutura Hídrica Do Nordeste
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14
Os resultados obtidos para os poços tubulares em aqüíferos do tipo granular mostraram
o seguinte (Figura 17):
• O conjunto dos poços tubulares em operação, mostra predominância de água doce (6
poços);
• No grupo dos poços passíveis de entrar em funcionamento (paralisados + não
instalados) 6 poços foram amostrado, sendo que em 3 suas águas foram classificada
como doce e 3 como salobra.
5. CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES
A análise dos dados referentes ao cadastramento de poços executado no município
permitiu estabelecer as seguintes conclusões:
• A situação atual dos poços existentes no município é a seguinte:
Paralisados
Natureza da Propriedade Em Operação
Definitivamente Passíveis de Funcionamento
Poços Públicos 13% 38% 49%
Poços Particulares 33% 43% 13%
• Levando-se em conta os percentuais de poços tubulares paralisados passíveis de
entrar em funcionamento (49% dos poços públicos e 13% dos poços particulares),
pode-se prever um expressivo aumento da oferta de água no município, com ações de
recuperação.
Com base nas conclusões acima estabelecidas pode-se tecer as seguintes
recomendações:
• Os poços desativados e não instalados deveriam entrar em programas de
recuperação e instalação de poços, para aumentar a oferta de água da região;
• Poços paralisados em virtude de média salinidade deveriam ser analisados com
detalhe (vazão, análise físico-química, no de famílias atendidas pelo poço, etc.) para
verificação da viabilidade da instalação de equipamentos de dessalinização;
• Todos os poços deveriam sofrer manutenção periódica para assegurar o seu
funcionamento, principalmente em tempos de estiagens prolongadas;
• Para assegurar a boa qualidade da água, do ponto de vista bacteriológico, devem ser
implantadas em todos os poços medidas de proteção sanitária: cercado, tampa e laje
de proteção;
• Não foram abordados aspectos quantitativos da água em virtude de ausência de
valores referenciais das vazões das formações geológicas, do caráter impreciso das
informações coletadas junto aos moradores/usuários e da carência de perfis
geológicos dos poços perfurados, não tendo sido realizados poços de pesquisa ou
Projeto Cadastro Da Infra-Estrutura Hídrica Do Nordeste
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15
testes de bombeamento, por fugir aos objetivos desse levantamento, sendo
recomendados esses estudos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA – IBGE. [Mapas Base
dos municípios do Estado de Sergipe]. [Sergipe,2001]. 72 Mapas. Escalas variadas. Inédito.
FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA – IBGE . [Mapa do
Estado de Sergipe com limites municipais]. [Sergipe,2001]. 1 CD. Autocad. Convênio
IBGE/SEPLANTEC. Inédito.
SANTOS, R. A. dos; MARTINS, A. A.; NEVES, J. P.; LEAL R.A.(Orgs.) Geologia e Recursos
Minerais do Estado de Sergipe. Texto Explicativo do Mapa Geológico do Estado de Sergipe.
Brasília: CPRM, 1998. 156 p. il. Mapa color., escala 1:250.000. Convênio CPRM – CODISE.
SERGIPE.DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM–DER. Mapa Rodoviário. Sergipe,
2001. Mapa color., escala 1:400.000.
SERGIPE.SECRETARIA DE ESTADO DO PLANEJAMENTO E DA CIÊNCIA E TECNOLOGIASEPLANTEC.
SUPERINTENDÊNCIA DE ESTUDOS E PESQUISAS-SUPES. Perfis Municipais:
Aracaju, 1997. 75v.
SERGIPE.SECRETARIA DE ESTADO DO PLANEJAMENTO E DA CIÊNCIA E TECNOLOGIASEPLANTEC.
SUPERINTENDÊNCIA DE ESTUDOS E PESQUISAS-SUPES. Informes
Municipais: Aracaju, 2000. 75v.
CAPELA
Nr. Ponto Cod Poço Localidade Coordenadas Tipo do Ponto Situação Equip. de
Bombeamento
Finalidade Abastecimento Prof.
(m)
Vazão
(L/h)
Salinidade
N E
Projeto Cadastro da Infra-Estrutura Hídrica do Nordeste
Estado do Sergipe
CAPSE0002 AA208 BOA VISTA 103327 370334 POÇO TUBULAR ABANDONADA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 60 DOCE
CAPSE0003 AA209 FAZENDA JUNCO NOVO 103345 370223 POÇO TUBULAR NÃO INSTALADA USO MÚLTIPLO PARTICULAR DOCE
CAPSE0005 AA211 FAZENDA MURTA 103214 365839 POÇO TUBULAR PARALISADA BOMBA INJETORA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 61 2500
CAPSE0006 AA212 FAZENDA SANTA TEREZA 103256 365814 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA INJETORA USO MÚLTIPLO PARTICULAR SALOBRA
CAPSE0007 AA213 TERRA DURA 103503 365950 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO COMPRESSOR USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO 57 1810 DOCE
CAPSE0008 AA214 VILA MIRANDA 103515 370143 POÇO TUBULAR PARALISADA CATAVENTO PARTICULAR 40 689
CAPSE0009 AA215 CANTA GALO 103154 370049 POÇO TUBULAR ABANDONADA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO 60 251
CAPSE0010 AA216 FAZENDA EXPERIMENTAL PIRAN 102917 370216 POÇO TUBULAR PARALISADA BOMBA INJETORA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO 58 1494 DOCE
CAPSE0011 AA217 FAZENDA PALMEIRA 102855 370155 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA INJETORA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 40 4000 DOCE
CAPSE0012 AA218 FAZENDA VASSOURAS 102958 365910 POÇO TUBULAR ABANDONADA USO MÚLTIPLO PARTICULAR
CAPSE0013 AA219 FAZENDA VASSOURAS 103005 365917 POÇO TUBULAR ABANDONADA PARTICULAR
CAPSE0014 AA220 FAZENDA VASSOURAS 103002 365845 POÇO TUBULAR ABANDONADA PARTICULAR 5000
CAPSE0015 AA221 CERÂMICA 2 IRMÃOS 102823 365707 POÇO TUBULAR ABANDONADA PARTICULAR 95
CAPSE0016 AA222 PIRUNGA 102821 365704 POÇO TUBULAR ABANDONADA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 121
CAPSE0017 AA223 PIRUNGA 102843 365659 POÇO TUBULAR ABANDONADA COMUNITÁRIO 5000
CAPSE0018 AA224 QUIXABA (CAMPO) 102541 365813 POÇO TUBULAR NÃO INSTALADA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO 113
CAPSE0019 AA225 QUIXABA 102631 365847 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA SUBMERSA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO
CAPSE0020 AA226 CHACARA BARRETO 102904 370225 POÇO TUBULAR NÃO INSTALADA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 66 786 DOCE
CAPSE0021 AA227 CUMINHO 102922 370451 POÇO TUBULAR ABANDONADA COMUNITÁRIO 46 500
CAPSE0022 AA228 FAZENDA OLINDA 103106 370016 POÇO TUBULAR ABANDONADA DOMÉSTICO PRIMÁRIO PARTICULAR 54 1600
CAPSE0023 AA229 PAU D'ARCO 102025 370041 POÇO TUBULAR ABANDONADA CATAVENTO USO MÚLTIPLO PARTICULAR 60 858
CAPSE0024 AA230 CANGALEIXO 101946 370008 POÇO TUBULAR PARALISADA CATAVENTO USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO 60 1626
CAPSE0025 AA231 FAZENDA QUEM DERA 102147 370126 POÇO TUBULAR ABANDONADA BOMBA SUBMERSA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 9600 DOCE
CAPSE0026 AA232 FAZENDA QUEM DERA 102026 370128 POÇO TUBULAR NÃO INSTALADA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 45 5500 DOCE
CAPSE0027 AA233 FAZENDA QUEM DERA 102029 370128 POÇO TUBULAR ABANDONADA PARTICULAR
CAPSE0028 AA234 FAZENDA BOA FÉ 102044 370247 POÇO TUBULAR PARALISADA CATAVENTO USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO 65 3000
CAPSE0029 AA235 FAZENDA BOA FÉ 102045 370255 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA INJETORA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO 63 2000 DOCE
CAPSE0030 AA236 TERRA VERMELHA 102047 370322 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA SUBMERSA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO 54 3500 DOCE
CAPELA
Nr. Ponto Cod Poço Localidade Coordenadas Tipo do Ponto Situação Equip. de
Bombeamento
Finalidade Abastecimento Prof.
(m)
Vazão
(L/h)
Salinidade
N E
Projeto Cadastro da Infra-Estrutura Hídrica do Nordeste
Estado do Sergipe
CAPSE0031 AA237 CRUZ DO CONGO 102229 370313 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA INJETORA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO DOCE
CAPSE0032 AA238 BARRACAS 102506 370236 POÇO TUBULAR ABANDONADA COMUNITÁRIO 60 137
CAPSE0033 AA239 FAZENDA BOA VISTA 102707 370804 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA SUBMERSA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 63 DOCE
CAPSE0034 AA240 BAO VISTA 102727 370805 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA SUBMERSA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO DOCE
CAPSE0035 AA721 PEDRAS 102853 370530 POÇO TUBULAR PARALISADA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO DOCE
CAPSE0036 AA722 PEDRAS 102853 370530 POÇO TUBULAR PARALISADA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO DOCE
CAPSE0037 AA723 PEDRAS 102908 370531 POÇO TUBULAR ABANDONADA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO 42
CAPSE0038 AA724 RESENDE 102818 370252 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA SUBMERSA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 60 2750 DOCE
CAPSE0039 AA725 FAZENDA LAVAGEM 102724 370337 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA SUBMERSA USO MÚLTIPLO PARTICULAR
CAPSE0040 AA726 FAZENDA CACHOEIRA 102557 370312 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA INJETORA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 42 7000 SALOBRA
CAPSE0041 AA727 LAGOA DO MELO 102435 370421 POÇO TUBULAR ABANDONADA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO 60 187
CAPSE0042 AA728 FAZENDA BELA VISTA 102408 370430 POÇO TUBULAR ABANDONADA PARTICULAR 60 1000
CAPSE0043 AA729 FAZENDA OITERO 102345 370421 POÇO TUBULAR PARALISADA BOMBA INJETORA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 46 2000
CAPSE0044 AA730 FAZENDA MANUELA 102325 370439 POÇO TUBULAR ABANDONADA PARTICULAR 47 1100
CAPSE0045 AA731 OITERO 102313 370437 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA INJETORA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO 60 1106
CAPSE0046 AA732 FAZENDA SÃO DOMINGOS 102243 370440 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA SUBMERSA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 72 1300 SALOBRA
CAPSE0047 AA733 ANGÁS 102246 370601 POÇO TUBULAR PARALISADA CATAVENTO USO MÚLTIPLO PARTICULAR 66 176
CAPSE0048 AA734 FAZENDA BOA SORTE 102350 370527 POÇO TUBULAR PARALISADA BOMBA INJETORA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 80 1500
CAPSE0049 AA735 TAPULO 102602 370522 POÇO TUBULAR ABANDONADA USO MÚLTIPLO COMUNITÁRIO 60 DOCE
CAPSE0050 AA736 BOA VISTA 103333 370334 POÇO TUBULAR NÃO INSTALADA USO MÚLTIPLO PARTICULAR DOCE
CAPSE0051 AA737 TABOCA 103541 370142 POÇO TUBULAR ABANDONADA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 60
CAPSE0052 AA738 FAZENDA COQUEIRO 103443 370029 POÇO TUBULAR NÃO INSTALADA USO MÚLTIPLO PARTICULAR DOCE
CAPSE0053 AA739 FAZENDA CONQUEIROS 103440 370025 POÇO TUBULAR ABANDONADA PARTICULAR
CAPSE0054 AA740 FAZENDA TABOCAL 102704 370421 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA INJETORA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 500 SALOBRA
CAPSE0055 AA741 FAZENDA NOVO HORIZONTE 102314 370419 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA INJETORA USO MÚLTIPLO PARTICULAR DOCE
CAPSE0056 AA742 FAZENDA CRUZ DO CONGO 102219 370349 POÇO TUBULAR EM OPERAÇÃO BOMBA INJETORA USO MÚLTIPLO PARTICULAR 38,5 1015 DOCE
CAPSE0057 AA744 CERAMICA SANTO ANTÔNIO 102823 365707 POÇO TUBULAR ABANDONADA PARTICULAR 77
CAPSE0058 AA745 FAZENDA JUNCO NOVO 103345 370222 POÇO TUBULAR ABANDONADA PARTICULAR 38 1500
CAPELA
Nr. Ponto Cod Poço Localidade Coordenadas Tipo do Ponto Situação Equip. de
Bombeamento
Finalidade Abastecimento Prof.
(m)
Vazão
(L/h)
Salinidade
N E
Projeto Cadastro da Infra-Estrutura Hídrica do Nordeste
Estado do Sergipe
CAPSE0059 AA746 FAZENDA JUNCO NOVO 103345 370223 POÇO TUBULAR ABANDONADA PARTICULAR
SE-206
SE-306
SE-306
BR-101
CAPELA
A Q U I D
A B Ã
M U R I B E C A
J A P A R A T U B A
C A R M Ó P O L I S
R O S Á R I O D O C A T E T E
S I R I R I
C U M B E
S E R O D S A D A R O H N E S A S S O N
Cumbé
Araticum
Taquari
Terra Dura
Tira-Chapéu
Junco
Cuminho
Lavagem
Tabocal
Cachoeira
Contapor
Papagaio
Angor
Taquara Malhada
Brejo Pau D´Arco
Tapera
Murici
Saúde
Piranga
Boa Vista
São José
Barracas
Miranda
Aç. do Cumbé
Rio
Riachão
Rio
Cancela
Rch.
Pinto
Rch.
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Rch.
Rch.
Taquara
áurraM
Rch.
Olho
D´Agua
Rio
Japaratuba
RIO
Japaratuba
Rio
Lagartixa
MUNICÍPIO DE CAPELA
700
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8830 8830
8835 8835
8840 8840
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8855 8855
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AA208
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# AA222 # AA221
AA744
AA745 # AA209
AA746
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1 0 1 2km
Poço tubular em operação
CONVENÇÕES HIDROLÓGICAS
CONVENÇÕES CARTOGRÁFICAS
Poço tubular abandonado
Poço tubular não instalado
Poço tubular paralisado
Índice numérico correspondente ao identificador do ponto no Banco de Dados
Exemplo:
Vila, sede distrital
Sede do município
Outras localidades
Limite intermunicipal
Ferrovia
Lagoa, açude ou barragem
Estrada secundária
Estrada principal
Rio
LOCALIZAÇÃO DO MUNICÍPIO
Como base cartográfica do município, foi utilizado o mapa municipal do
IBGE (Censo 2000), elaborado a partir das cartas topográficas da
SUDENE e DSG - escala 1:100.000, 1973. Esses mapas foram
escanerizados e vetorizados através do programa CorelDraw e
georeferenciados no ArcView, onde foram lançados os dados referentes
aos poços e fontes naturais contidos no banco de dados.
Desenho da base planimétrica, tratamento de dados e processamento
digital a cargo do Centro de Informática e Geoprocessamento da
Residência de Fortaleza, com editoração na Superintendência Regional
de Salvador.
Levantamento e diagnóstico dos pontos d’água realizados pelas
equipes técnicas das unidades regionais da CPRM de Salvador, Recife
e Fortaleza, no período de outubro a novembro de 2001.
O Projeto Cadastro da Infra-estrutura Hídrica do Nordeste - Estado
de Sergipe foi executado pela CPRM - Serviço Geológico do Brasil, sob
a coordenação da Divisão de Hidrogeologia e Exploração - DIHEXP,
do Departamento de Hidrologia - DEHID. Esse levantamento teve o
apoio do Governo do Estado de Sergipe, através da Superintendência
de Recursos Hídricos - SRH, da Secretaria de Estado do Planejamento
e da Ciência e Tecnologia.
MUNICÍPIO20 D02E BOQUIM
Origem da quilometragem - Equador e MC 39º W Gr.
Acrescidas as constantes de 10.000 km e 500 km, respectivamente.
Datum Horizontal: Córrego Alegre - MG
Datum Vertical: Marégrafo de Imbituba - SC
ESCALA
MAPA DE PONTOS D’ÁGUA
MAPA DE PONTOS D’ÁGUA
MUNICÍPIO DE CAPELA
BA426 BA426
N
420 370
-20
-80
ESTADO DE SERGIPE
Trabalhando em todo o Brasil
SUPERINTENDÊNCIA DE RECURSOS HÍDRICOS
terça-feira, 2 de junho de 2009
fafen idenizará pescadores
function abrirJanela(theURL,winName,features) {
window.open(theURL,winName,features);
}
Infonet Cidade
Fafen deve indenizar pescadores de Maruim
Desde o ano passado que os trabalhadores prejudicados pela mortandade de peixes, aguardam decisão judicial, anunciada nesta segunda-feira, 1º
02/06/2009 - 09:56
Fafen é reposnabilizada por cime ambiental / Foto: Arquivo InfonetPescadores do município de Maruim, que se sentiram prejudicados em outubro do ano passado por conta da mortandade de oito toneladas de peixes no rio Sergipe devem começar a receber da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen), as indenizações a partir do próximo dia 10 de junho. Isso em virtude de uma liminar concedida nesta segunda-feira, 1º, pela juíza federal Telma Maria Santos. A fábrica é acusada de crime ambiental, por causa de um vazamento de resíduos tóxicos, que atingiu o rio.
De acordo com o advogado da Associação de Pescadores de Maruim, Fábio Ramos, são cerca de 1 mil pescadores prejudicados, mas por enquanto, somente uma parcela deverá receber a indenização. “Essa é apenas a primeira leva e o pagamento de um salário mínimo mensal em um período ainda a ser definido, deverá ser feito todo dia dez de cada mês”, ressalta acrescentando que o processo continua.
O advogado disse ainda que com a decisão da juíza Telma Maria Santos, a Fafen deve pagar as indenizações aos pescadores sob pena de multa diária e que a liminar ainda cabe recurso por parte da Fafen. Procurado pela reportagem do Portal Infonet, o setor de Comunicação da empresa comunicou ainda não ter uma resposta se a Fábrica de Fertilizantes (acusada de crime ambiental) vai recorrer da decisão judicial.
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